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Optometria funcional

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Resumo:PARTE 1 OPTOMETRIA FUNCIONAL: COMPARAÇÃO COM A OPTOMETRIA CLÁSSICA Introdução as diferentes correntes da Optometria, clássica vs funcional, bem como aos problemas visuais em que se propõem intervir, nomeadamente: terapia visual para a leitura, prevenção da miopia, terapia para tratamento de ambliopia e estrabismo, neuro-reabilitação visual, efeito das baixas adições no sistema nervoso simpático e parassimpático, prismas conjugados para correcção de postura e de problemas de visão binocular. PARTE 2 FUNÇÃO VISUAL: PADRÕES TÍPICOS DE UM SISTEMA VISUAL COM E SEM ALTERAÇÕES Discussão clinicamente orientada das formas mais comuns de avaliação da função visual, nomeadamente: acuidade visual, sensibilidade ao contraste e campos visuais. Serão revistas as técnicas de observação das estruturas oculares para inspeção da saúde ocular quando a função visual está alterada e existe suspeita de alteração morfológica visível. Serão discutidas as diferenças entre alterações visuais provocadas por problemas refractivos e por alterações da fisiologia/morfologia do sistema visual. PARTE 3 DA RETINA ATÉ AO CORTEX: INTEGRAÇÃO DA INFORMAÇÃO VISUAL, PLASTICIDADE E APRENDIZAGEM PERCEPTUAL A organização das vias ópticas e o córtex visual primário. Dominância sensorial, mecanismos de organização da visão binocular e correspondência retinotopica. A enervação para a motilidade ocular, vias aferentes e eferentes para controlo da resposta do sistema oculomotor, sistema acomodativo e a sua interação com a percepção visual. A interação da informação visual com outra informação sensorial. Períodos críticos da plasticidade do sistema visual, a capacidade de aprendizagem perceptual: relevância para a prática clínica. PARTE 4 AMBLIOPIA Nesta unidade serão estudados os principais tipos e causas de ambliopia. No final desta unidade deve ser capaz de descrever ambliopia de não ambliopia. Deve saber distinguir diferentes tipos de ambliopia, enumerar factores de risco e descrever o princípio fundamental do seu tratamento. Deve ainda ter noções concretas sobre o valor do erro refractivo que pode conduzir à ambliopia. PARTE 5 ESTRABISMOS Revisão anatómica e fisiológica sobre os músculos externos oculares. A nomenclatura usada na descrição dos movimentos oculares, as leis fundamentais da inervação e a interpretação. A motilidade ocular fisiológica e anómala à luz dos conhecimentos acimas requeridos. Revisão dos períodos críticos de desenvolvimento das capacidades visuais com especial destaque para os que envolvem a visão binocular. Os diferentes graus de visão binocular, os vários tipos de fusão, disparidade de fixação, horoptero e áreas de Panun. Os mecanismos de correspondência retiniana anómala e supressão e relacionação com a existência de diplopia nos casos de estrabismo. Termos de classificação de estrabismos (alunos são recordados dos conceitos já estudados). Técnicas de avaliação de crianças ou adultos com estrabismos (as técnicas e testes já foram abordados noutra UCs). Definição de algumas entidades (tipos) de estrabismos. Classificação e análise do estrabismo baseado em vídeos. Revisões sobre o teste de Hirschberg e o ângulo K
Autores principais:Macedo, António Filipe
Assunto:Ambliopia Estrabismo Optometria Funcional Sistema Visual Correspondência retinotopica Treino Visual
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:PARTE 1 OPTOMETRIA FUNCIONAL: COMPARAÇÃO COM A OPTOMETRIA CLÁSSICA Introdução as diferentes correntes da Optometria, clássica vs funcional, bem como aos problemas visuais em que se propõem intervir, nomeadamente: terapia visual para a leitura, prevenção da miopia, terapia para tratamento de ambliopia e estrabismo, neuro-reabilitação visual, efeito das baixas adições no sistema nervoso simpático e parassimpático, prismas conjugados para correcção de postura e de problemas de visão binocular. PARTE 2 FUNÇÃO VISUAL: PADRÕES TÍPICOS DE UM SISTEMA VISUAL COM E SEM ALTERAÇÕES Discussão clinicamente orientada das formas mais comuns de avaliação da função visual, nomeadamente: acuidade visual, sensibilidade ao contraste e campos visuais. Serão revistas as técnicas de observação das estruturas oculares para inspeção da saúde ocular quando a função visual está alterada e existe suspeita de alteração morfológica visível. Serão discutidas as diferenças entre alterações visuais provocadas por problemas refractivos e por alterações da fisiologia/morfologia do sistema visual. PARTE 3 DA RETINA ATÉ AO CORTEX: INTEGRAÇÃO DA INFORMAÇÃO VISUAL, PLASTICIDADE E APRENDIZAGEM PERCEPTUAL A organização das vias ópticas e o córtex visual primário. Dominância sensorial, mecanismos de organização da visão binocular e correspondência retinotopica. A enervação para a motilidade ocular, vias aferentes e eferentes para controlo da resposta do sistema oculomotor, sistema acomodativo e a sua interação com a percepção visual. A interação da informação visual com outra informação sensorial. Períodos críticos da plasticidade do sistema visual, a capacidade de aprendizagem perceptual: relevância para a prática clínica. PARTE 4 AMBLIOPIA Nesta unidade serão estudados os principais tipos e causas de ambliopia. No final desta unidade deve ser capaz de descrever ambliopia de não ambliopia. Deve saber distinguir diferentes tipos de ambliopia, enumerar factores de risco e descrever o princípio fundamental do seu tratamento. Deve ainda ter noções concretas sobre o valor do erro refractivo que pode conduzir à ambliopia. PARTE 5 ESTRABISMOS Revisão anatómica e fisiológica sobre os músculos externos oculares. A nomenclatura usada na descrição dos movimentos oculares, as leis fundamentais da inervação e a interpretação. A motilidade ocular fisiológica e anómala à luz dos conhecimentos acimas requeridos. Revisão dos períodos críticos de desenvolvimento das capacidades visuais com especial destaque para os que envolvem a visão binocular. Os diferentes graus de visão binocular, os vários tipos de fusão, disparidade de fixação, horoptero e áreas de Panun. Os mecanismos de correspondência retiniana anómala e supressão e relacionação com a existência de diplopia nos casos de estrabismo. Termos de classificação de estrabismos (alunos são recordados dos conceitos já estudados). Técnicas de avaliação de crianças ou adultos com estrabismos (as técnicas e testes já foram abordados noutra UCs). Definição de algumas entidades (tipos) de estrabismos. Classificação e análise do estrabismo baseado em vídeos. Revisões sobre o teste de Hirschberg e o ângulo K