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A fase da iniciação científica e a ruptura no tempo - destino. Esboço de uma problemática sobre a preparação e expectativas de carreira na investigação científica

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Detalhes bibliográficos
Resumo:(Excerto) No Brasil é bastante recente a iniciação científica (IC) destinada a alunos da Educação Básica (EB). O processo de implementação desta “fase” no percurso de formação só pode ser compreendido – bem como aquilo que queremos caracterizar com a expressão “rutura tempo-destino” – tendo em conta, por um lado, a implementação da pós-graduação (PG) stricto sensu e, por outro, a forma como esta foi sendo avaliada e financiada. É ainda relevante atender à inscrição da formação de mestres e doutores num determinado “regime” de tempo ou, por outras palavras, no “Tempo Médio de Titulação” (TMT), tal como está legislado.
Autores principais:Oliveira, Adriano de
Outros Autores:Araújo, Emília Rodrigues; Bianchetti, Lucídio
Assunto:Ciência Carreira Tempo Destino
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:(Excerto) No Brasil é bastante recente a iniciação científica (IC) destinada a alunos da Educação Básica (EB). O processo de implementação desta “fase” no percurso de formação só pode ser compreendido – bem como aquilo que queremos caracterizar com a expressão “rutura tempo-destino” – tendo em conta, por um lado, a implementação da pós-graduação (PG) stricto sensu e, por outro, a forma como esta foi sendo avaliada e financiada. É ainda relevante atender à inscrição da formação de mestres e doutores num determinado “regime” de tempo ou, por outras palavras, no “Tempo Médio de Titulação” (TMT), tal como está legislado.