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Métodos eletroquímicos para avaliação da atividade antioxidante

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os antioxidantes são substâncias muito importantes para os seres humanos, uma vez que estes compostos podem prevenir ou retardar a oxidação de substratos que são facilmente oxidados [1]. O uso destes compostos abarca diversas aplicações incluindo a prevenção da deterioração de alimentos e descoloração de pigmentos, o uso como aditivos em combustíveis e lubrificantes de modo a evitar a sua oxidação, podendo ainda ser usados na prevenção e tratamento de algumas doenças degenerativas [1-2]. A utilização de compostos com atividade antioxidante em aplicações médicas tem sido crescente, na sequência da publicação de inúmeros estudos relacionando o aparecimento de doenças cardiovasculares e doenças degenerativas [2-4] com danos oxidativos em ácidos nucleicos, proteínas e lípidos, provocados pela ação de espécies reativas de oxigénio (ROS) e de espécies reativas de nitrogénio (RNS). Os antioxidantes atuam sobre estes radicais livres protegendo os organismos vivos dos seus efeitos nocivos [5]. Para avaliar a atividade antioxidante de compostos, sintéticos ou naturais, podem ser utilizados diversos métodos [1,6,7], nomeadamente métodos eletroquímicos. Nesta comunicação são apresentados alguns dos trabalhos mais recentes relativos ao desenvolvimento e aplicação de métodos eletroquímicos à avaliação da atividade antioxidante de diversos compostos. [1] A. Karadag, B. Ozcelik, S. Saner, Food Anal. Methods, 2009, 2, 41–60 [2] R.P. Wu, T. Hayashi, H.B. Cottam, G. Jin, S. Yao, C.C.N. Wu, M.D. Rosenbach, M. Corr, R.B. Schwab, D.A. Carson, Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. 2010, 107, 7479-84. [3] N.A. Simonian, J.T. Coyle, Annu. Rev. Pharmacol. Toxicol. 1996, 36, 83-106 [4] J.A. Berliner, J.W. Heinecke, Free Radical Biol. Med. 1996, 20, 707-727 [5] C.A. Collins, F.H. Fry, A.L. Holme, A. Yiakouvaki, A. Al-Qenaei, C. Pourzand, C. Jacob, Org. Biomol. Chem., 2005, 3, 1541-1546. [6] L. M. Magalhães, M. A. Segundo, S. Reis, J. L. F. C. Lima, Anal. Chim. Acta, 2008, 3,.1–19,. [7] A. M. Mendoza-Wilson, H. Santacruz-Ortega, R. R. Balandrán-Quintana, Spectrochim. Acta Part A - Mol. Biomol. Spectrosc.,.2011, 81, 481–488,
Autores principais:Lobo, Flávia C. M.
Outros Autores:Bettencourt, Ana Paula
Assunto:Atividade antioxidante Métodos eletroquímicos
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Os antioxidantes são substâncias muito importantes para os seres humanos, uma vez que estes compostos podem prevenir ou retardar a oxidação de substratos que são facilmente oxidados [1]. O uso destes compostos abarca diversas aplicações incluindo a prevenção da deterioração de alimentos e descoloração de pigmentos, o uso como aditivos em combustíveis e lubrificantes de modo a evitar a sua oxidação, podendo ainda ser usados na prevenção e tratamento de algumas doenças degenerativas [1-2]. A utilização de compostos com atividade antioxidante em aplicações médicas tem sido crescente, na sequência da publicação de inúmeros estudos relacionando o aparecimento de doenças cardiovasculares e doenças degenerativas [2-4] com danos oxidativos em ácidos nucleicos, proteínas e lípidos, provocados pela ação de espécies reativas de oxigénio (ROS) e de espécies reativas de nitrogénio (RNS). Os antioxidantes atuam sobre estes radicais livres protegendo os organismos vivos dos seus efeitos nocivos [5]. Para avaliar a atividade antioxidante de compostos, sintéticos ou naturais, podem ser utilizados diversos métodos [1,6,7], nomeadamente métodos eletroquímicos. Nesta comunicação são apresentados alguns dos trabalhos mais recentes relativos ao desenvolvimento e aplicação de métodos eletroquímicos à avaliação da atividade antioxidante de diversos compostos. [1] A. Karadag, B. Ozcelik, S. Saner, Food Anal. Methods, 2009, 2, 41–60 [2] R.P. Wu, T. Hayashi, H.B. Cottam, G. Jin, S. Yao, C.C.N. Wu, M.D. Rosenbach, M. Corr, R.B. Schwab, D.A. Carson, Proc. Natl. Acad. Sci. U.S.A. 2010, 107, 7479-84. [3] N.A. Simonian, J.T. Coyle, Annu. Rev. Pharmacol. Toxicol. 1996, 36, 83-106 [4] J.A. Berliner, J.W. Heinecke, Free Radical Biol. Med. 1996, 20, 707-727 [5] C.A. Collins, F.H. Fry, A.L. Holme, A. Yiakouvaki, A. Al-Qenaei, C. Pourzand, C. Jacob, Org. Biomol. Chem., 2005, 3, 1541-1546. [6] L. M. Magalhães, M. A. Segundo, S. Reis, J. L. F. C. Lima, Anal. Chim. Acta, 2008, 3,.1–19,. [7] A. M. Mendoza-Wilson, H. Santacruz-Ortega, R. R. Balandrán-Quintana, Spectrochim. Acta Part A - Mol. Biomol. Spectrosc.,.2011, 81, 481–488,