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Autoeficácia nos papéis de vida e barreiras de carreira em jovens institucionalizados

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este estudo tem como objetivo estudar a autoeficácia nos papéis de vida e as barreiras de carreira sentida pelos jovens que vivem em lares de infância e juventude (LIJ) comparando-os com jovens que vivem com a sua família de origem. A amostra é composta por 272 jovens dos quais 131 (48.2%) estão institucionalizados em LIJ (58 raparigas (44.3%) e 73 rapazes (55.7%)) e 141 (51.8%) jovens que vivem com as famílias (63 raparigas (44.7%) e 78 rapazes (55.3%)) com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos (M=16.15, DP=1.74). Com vista à avaliação da autoeficácia utilizou-se o Inventário de Crenças de Autoeficácia Relativamente aos Papéis da Carreira (ICARPC; Vale, 1997) e quanto às barreiras de carreira foi utilizado o Inventário de Perceção de Barreiras de Carreira (IPBC; Cardoso, 2009). As análises estatísticas encetadas foram o Teste T para amostras independentes e correlação de Pearson, revelando que jovens que vivem com as suas famílias percecionam maiores níveis de autoeficácia, enquanto que os jovens que vivem em lares percecionam maiores índices de barreiras de carreira.
Autores principais:Freitas, Joana Maria Sousa Ferreira Lima de
Assunto:Jovens institucionalizados Jovens que vivem em famílias Barreiras de carreira Autoeficácia Young institutionalized Young people living in families Barriers to career Self-efficacy
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este estudo tem como objetivo estudar a autoeficácia nos papéis de vida e as barreiras de carreira sentida pelos jovens que vivem em lares de infância e juventude (LIJ) comparando-os com jovens que vivem com a sua família de origem. A amostra é composta por 272 jovens dos quais 131 (48.2%) estão institucionalizados em LIJ (58 raparigas (44.3%) e 73 rapazes (55.7%)) e 141 (51.8%) jovens que vivem com as famílias (63 raparigas (44.7%) e 78 rapazes (55.3%)) com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos (M=16.15, DP=1.74). Com vista à avaliação da autoeficácia utilizou-se o Inventário de Crenças de Autoeficácia Relativamente aos Papéis da Carreira (ICARPC; Vale, 1997) e quanto às barreiras de carreira foi utilizado o Inventário de Perceção de Barreiras de Carreira (IPBC; Cardoso, 2009). As análises estatísticas encetadas foram o Teste T para amostras independentes e correlação de Pearson, revelando que jovens que vivem com as suas famílias percecionam maiores níveis de autoeficácia, enquanto que os jovens que vivem em lares percecionam maiores índices de barreiras de carreira.