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Do desequilíbrio do pilar da autoavaliação no modelo de avaliação externa: apontamentos
| Resumo: | [Extrato] Considerando diferentes contextos nacionais, a avaliação das escolas pode ser referenciada, consoante os casos, a modelos e experiências diversos que estão, eles próprios, em etapas de implementação e consolidação muito distintas. No caso português, a avaliação das escolas começou por ter alguma visibilidade ao longo da década de noventa, nomeadamente com o Observatório da Qualidade da Escola e o Projeto Qualidade XXI 2, tendo evoluído discretamente até conseguir algum impacto na década seguinte com o programa de Avaliação Integrada das Escolas. Atualmente está em curso (e quase a finalizar) o segundo ciclo avaliativo do modelo ou programa designado de Avaliação Externa das Escolas. Como neste último modelo há um claro desequilíbrio a favor do pilar da avaliação externa, estas breves notas pretendem chamar a atenção para a necessidade de reforçar e revalorizar o pilar da autoavaliação, no sentido de redefinir interações, produzir melhores sinergias e maximizar as vantagens recíprocas |
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| Autores principais: | Afonso, Almerindo Janela |
| Assunto: | Ciências Sociais::Ciências da Educação |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Extrato] Considerando diferentes contextos nacionais, a avaliação das escolas pode ser referenciada, consoante os casos, a modelos e experiências diversos que estão, eles próprios, em etapas de implementação e consolidação muito distintas. No caso português, a avaliação das escolas começou por ter alguma visibilidade ao longo da década de noventa, nomeadamente com o Observatório da Qualidade da Escola e o Projeto Qualidade XXI 2, tendo evoluído discretamente até conseguir algum impacto na década seguinte com o programa de Avaliação Integrada das Escolas. Atualmente está em curso (e quase a finalizar) o segundo ciclo avaliativo do modelo ou programa designado de Avaliação Externa das Escolas. Como neste último modelo há um claro desequilíbrio a favor do pilar da avaliação externa, estas breves notas pretendem chamar a atenção para a necessidade de reforçar e revalorizar o pilar da autoavaliação, no sentido de redefinir interações, produzir melhores sinergias e maximizar as vantagens recíprocas |
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