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Variáveis individuais e familiares na adesão ao tratamento, controle metabólico e qualidade de vida em adolescentes com diabetes tipo 1

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Diabetes é uma doença crónica com um grande impacto na vida dos adolescentes. A literatura publicada nos últimos anos tem demonstrado a importância dos factores psicológicos e psicossociais na adesão ao tratamento e controlo metabólico. No entanto, são escassos no nosso país estudos que articulem as variáveis familiares (ambiente familiar, suporte social) com variáveis psicológicas (ansiedade face à doença, crenças de auto-eficácia face ao tratamento) com a adesão, o controlo metabólico e a qualidade de vida. O presente estudo, realizado com 157 adolescentes, utentes da consulta de Diabetologia Pediátrica da UAG da Mulher e da Criança do Hospital de S. João, mostra que os aspectos sócio-familiares (nomeadamente o suporte social familiar e o nível de conflito no ambiente familiar) exercem uma poderosa influência no comportamento de adesão ao tratamento e na qualidade de vida do adolescente, nas variáveis psicológicas, nomeadamente na percepção de barreiras ao tratamento, no stress face à doença e na percepção de autoeficácia.
Autores principais:Almeida, J. Paulo
Outros Autores:Pereira, M. Graça; Fontoura, M.
Assunto:Adesão terapêutica Qualidade de vida Ambiente familiar Suporte social Diabetes tipo 1 Adherence Quality of life Family environment Social support Type 1 diabetes
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A Diabetes é uma doença crónica com um grande impacto na vida dos adolescentes. A literatura publicada nos últimos anos tem demonstrado a importância dos factores psicológicos e psicossociais na adesão ao tratamento e controlo metabólico. No entanto, são escassos no nosso país estudos que articulem as variáveis familiares (ambiente familiar, suporte social) com variáveis psicológicas (ansiedade face à doença, crenças de auto-eficácia face ao tratamento) com a adesão, o controlo metabólico e a qualidade de vida. O presente estudo, realizado com 157 adolescentes, utentes da consulta de Diabetologia Pediátrica da UAG da Mulher e da Criança do Hospital de S. João, mostra que os aspectos sócio-familiares (nomeadamente o suporte social familiar e o nível de conflito no ambiente familiar) exercem uma poderosa influência no comportamento de adesão ao tratamento e na qualidade de vida do adolescente, nas variáveis psicológicas, nomeadamente na percepção de barreiras ao tratamento, no stress face à doença e na percepção de autoeficácia.