Publicação

Transição universidade-emprego: relações entre prontidão adaptativa, respostas adaptativas e empregabilidade percebida

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Atualmente, o constructo da adaptabilidade de carreira é um dos principais alvos da investigação em psicologia vocacional. Neste estudo foram analisadas duas dimensões da adaptabilidade de carreira na vida adulta, a prontidão adaptativa e as respostas adaptativas e, ainda, a empregabilidade percebida, de forma a compreender melhor os efeitos diretos e indiretos da adaptabilidade na empregabilidade percebida. O estudo contou com uma amostra de 222 participantes de ambos os sexos (177 mulheres e 45 homens) com uma média de idades de 22.70 anos (DP = 2.66), a frequentar os últimos três semestres da sua graduação ou pós-graduação, nas zonas norte, centro, sul e ilhas de Portugal. Foi usada a Utrecht Work Engagement Scale for Students para medir a prontidão adaptativa, a Escala do Desenvolvimento de Carreira de Estudantes Universitários para avaliar as respostas adaptativas e a Escala de Empregabilidade Percebida para avaliar a empregabilidade percebida. Os resultados de uma análise de caminhos demonstram a existência de relações diretas e indiretas estatisticamente significativas entre as variáveis, destacando-se a dedicação (subescala da prontidão adaptativa) com o maior efeito direto nas respostas adaptativas e indireto na empregabilidade percebida, através das respostas adaptativas.
Autores principais:Pinheiro, Marco António Custódio
Assunto:Sucesso na carreira Adaptabilidade Respostas adaptativas Prontidão adaptativa Empregabilidade percebida Career success Adaptability Adaptivity Perceived employability
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Atualmente, o constructo da adaptabilidade de carreira é um dos principais alvos da investigação em psicologia vocacional. Neste estudo foram analisadas duas dimensões da adaptabilidade de carreira na vida adulta, a prontidão adaptativa e as respostas adaptativas e, ainda, a empregabilidade percebida, de forma a compreender melhor os efeitos diretos e indiretos da adaptabilidade na empregabilidade percebida. O estudo contou com uma amostra de 222 participantes de ambos os sexos (177 mulheres e 45 homens) com uma média de idades de 22.70 anos (DP = 2.66), a frequentar os últimos três semestres da sua graduação ou pós-graduação, nas zonas norte, centro, sul e ilhas de Portugal. Foi usada a Utrecht Work Engagement Scale for Students para medir a prontidão adaptativa, a Escala do Desenvolvimento de Carreira de Estudantes Universitários para avaliar as respostas adaptativas e a Escala de Empregabilidade Percebida para avaliar a empregabilidade percebida. Os resultados de uma análise de caminhos demonstram a existência de relações diretas e indiretas estatisticamente significativas entre as variáveis, destacando-se a dedicação (subescala da prontidão adaptativa) com o maior efeito direto nas respostas adaptativas e indireto na empregabilidade percebida, através das respostas adaptativas.