Publicação
Fighting the ghosts: o feminismo e as lutas das mulheres
| Resumo: | Num tempo (segunda década do século XXI) e numa geografia (Portugal, Europa, sociedades ocidentais) onde as ideias e os ideais feministas são cada vez mais confrontadas com vozes clamando a sua irrelevância em sociedades que aparentemente atingiram a igualdade de género, pretende-se pôr em perspetiva vários momentos da evolução de alguns dos movimentos e causas que marcaram a “questão das mulheres” nas sociedades ocidentais. Partindo-se de alguns textos que marcaram vincadamente vários momentos da história dos feminismos desde os séculos XVIII e XIX (Mary Wollstonecraft, John Suart Mill) até ao século XX (Ana de Castro Osório, Virginia Woolf, Betty Friedan), entre outros mais recentes, far-se-á uma contextualização da evolução do(s) feminismo(s) ao longo da sua história. Por outro lado, abordar-se-á a questão mais específica do modo como no contexto da literatura e dos estudos literários as mulheres escritoras têm lutado com os fantasmas (na expressão de Virginia Woolf) que as assaltam no momento da escrita, obrigando-as a reformular o modo como (se) pensam enquanto mulheres e escritoras. Esse processo parece ser uma boa metáfora para os obstáculos que, apesar de tudo, ainda vão prevalecendo nas nossas sociedades relativamente a uma suposta igualdade de género. |
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| Autores principais: | Pereira, Margarida Esteves |
| Assunto: | Mulheres Cidadania Feminismos Direitos das mulheres |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Num tempo (segunda década do século XXI) e numa geografia (Portugal, Europa, sociedades ocidentais) onde as ideias e os ideais feministas são cada vez mais confrontadas com vozes clamando a sua irrelevância em sociedades que aparentemente atingiram a igualdade de género, pretende-se pôr em perspetiva vários momentos da evolução de alguns dos movimentos e causas que marcaram a “questão das mulheres” nas sociedades ocidentais. Partindo-se de alguns textos que marcaram vincadamente vários momentos da história dos feminismos desde os séculos XVIII e XIX (Mary Wollstonecraft, John Suart Mill) até ao século XX (Ana de Castro Osório, Virginia Woolf, Betty Friedan), entre outros mais recentes, far-se-á uma contextualização da evolução do(s) feminismo(s) ao longo da sua história. Por outro lado, abordar-se-á a questão mais específica do modo como no contexto da literatura e dos estudos literários as mulheres escritoras têm lutado com os fantasmas (na expressão de Virginia Woolf) que as assaltam no momento da escrita, obrigando-as a reformular o modo como (se) pensam enquanto mulheres e escritoras. Esse processo parece ser uma boa metáfora para os obstáculos que, apesar de tudo, ainda vão prevalecendo nas nossas sociedades relativamente a uma suposta igualdade de género. |
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