Publicação
A patrimonialização das festas populares: um estudo de caso da Bugiada e Mouriscada (Portugal) e do Pastoril (Brasil)
| Resumo: | O tema desta dissertação aborda os métodos utilizados para classificar uma festa popular como Património Cultural Imaterial, especificamente no caso da Bugiada e Mouriscada e do Pastoril. Para tal análise, este estudo explora conceitos que envolvem a festa popular, o património cultural imaterial e a sua legislação. Em seguida conceitua a Bugiada e o Pastoril para depois identificar a aptidão da festa aos processos de inventariação nacional e de candidatura às listas da UNESCO. Para tratar esses temas são utilizados autores como Andrade (2002); Amaral (2008); Brandão e Marquer (2015); Cabral (2011); Costa (2012); Durkheim (2008); França e Souza (2018); Cavalcanti e Fonseca (2008); Lopes (2018); Oliveira (2008); Pinto (2000); Pinto (2016); Pessoa (2011) e Sousa (2015). A respeito da metodologia adotada a abordagem é qualitativa. O método de procedimento é o fenomenológico, os meios técnicos se apoiam no método observacional e comparativo, o nível de pesquisa é exploratório e as técnicas de coleta de dados são pesquisas bibliográficas, entrevistas e estudo de caso, essas análises se baseiam no conteúdo proposto por Gil (2008). A técnica de análise de dados é a análise do discurso, apoiada por Bastos e Oliveira (2015) e análise documental, sugerida por Bonotto et. at. (2015). O corpus de pesquisa é composto por 7 entrevistas e 9 reportagens de 9 veículos que englobam jornal, revista, portais de notícias, informativo e boletim de Portugal e Brasil, de 2003 a 2019. Foi constatado que a Bugiada e Mouriscada representa um caso bem-sucedido, tendo em vista que já se encontra em processo de inventariação. Por sua vez, o Pastoril goza de pouca articulação política e social, fato que lhe impossibilita à titulação. |
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| Autores principais: | Silva, Priscila Roberta Soares da |
| Assunto: | Património cultural imaterial Bugiada e mouriscada Pastoril Intangible cultural heritage Bugiada and mouriscada Pastoril |
| Ano: | 2020 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O tema desta dissertação aborda os métodos utilizados para classificar uma festa popular como Património Cultural Imaterial, especificamente no caso da Bugiada e Mouriscada e do Pastoril. Para tal análise, este estudo explora conceitos que envolvem a festa popular, o património cultural imaterial e a sua legislação. Em seguida conceitua a Bugiada e o Pastoril para depois identificar a aptidão da festa aos processos de inventariação nacional e de candidatura às listas da UNESCO. Para tratar esses temas são utilizados autores como Andrade (2002); Amaral (2008); Brandão e Marquer (2015); Cabral (2011); Costa (2012); Durkheim (2008); França e Souza (2018); Cavalcanti e Fonseca (2008); Lopes (2018); Oliveira (2008); Pinto (2000); Pinto (2016); Pessoa (2011) e Sousa (2015). A respeito da metodologia adotada a abordagem é qualitativa. O método de procedimento é o fenomenológico, os meios técnicos se apoiam no método observacional e comparativo, o nível de pesquisa é exploratório e as técnicas de coleta de dados são pesquisas bibliográficas, entrevistas e estudo de caso, essas análises se baseiam no conteúdo proposto por Gil (2008). A técnica de análise de dados é a análise do discurso, apoiada por Bastos e Oliveira (2015) e análise documental, sugerida por Bonotto et. at. (2015). O corpus de pesquisa é composto por 7 entrevistas e 9 reportagens de 9 veículos que englobam jornal, revista, portais de notícias, informativo e boletim de Portugal e Brasil, de 2003 a 2019. Foi constatado que a Bugiada e Mouriscada representa um caso bem-sucedido, tendo em vista que já se encontra em processo de inventariação. Por sua vez, o Pastoril goza de pouca articulação política e social, fato que lhe impossibilita à titulação. |
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