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As emoções de pessoas com doença de humor (o sentir de quem as visitou em suas casas)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este trabalho resultou de uma experiência intensa ligada à saúde vivenciada com pessoas com doença de humor nos seus domicílios, tendo sido obtida durante a recolha de dados para um trabalho de investigação mais amplo. Pretende evidenciar, embora com as dificuldades inerentes a esse processo, as emoções e sentimentos das pessoas com doença de humor, referenciando a forma como as pessoas vivenciam as suas vidas, como encaram as doenças, os seus estados de humor actuais e também as soluções que encontram para as contrariedades que lhes vão surgindo. Pela apresentação de 4 textos elaborados por quem as ouviu em suas casas, percebemos que, maioritariamente, as pessoas apresentam emoções negativas, revelam necessidade constante de expor os seus problemas e angústias e agradecem a nossa disponibilidade para as visitar e para as ouvir. O sentir de quem as ouve é perturbador, mas simultaneamente motivador para se repensarem modelos de acompanhamento construindo uma nova forma de enfrentar a doença mental.
Autores principais:Macedo, Ermelinda
Assunto:Doença mental Doença do humor Emoções
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Este trabalho resultou de uma experiência intensa ligada à saúde vivenciada com pessoas com doença de humor nos seus domicílios, tendo sido obtida durante a recolha de dados para um trabalho de investigação mais amplo. Pretende evidenciar, embora com as dificuldades inerentes a esse processo, as emoções e sentimentos das pessoas com doença de humor, referenciando a forma como as pessoas vivenciam as suas vidas, como encaram as doenças, os seus estados de humor actuais e também as soluções que encontram para as contrariedades que lhes vão surgindo. Pela apresentação de 4 textos elaborados por quem as ouviu em suas casas, percebemos que, maioritariamente, as pessoas apresentam emoções negativas, revelam necessidade constante de expor os seus problemas e angústias e agradecem a nossa disponibilidade para as visitar e para as ouvir. O sentir de quem as ouve é perturbador, mas simultaneamente motivador para se repensarem modelos de acompanhamento construindo uma nova forma de enfrentar a doença mental.