Publicação
Depressão pós-parto: considerações a propósito da intervenção psicológica
| Resumo: | É ponto assente, hoje em dia, tendo em conta os resultados de um considerável número de estudos, que 10 a 15% das mães desenvolve depressão pós-parto: um episódio depressivo major que se inicia 2 ou 3 meses após o nascimento do bebé. A importância desta evidência empírica prende-se não só com a elevada incidência da perturbação em causa, como ainda, com o elevado número de repercussões adversas que lhe são associadas, as quais, para além do mais, não se limitam à mulher, mas estendem-se ao bem-estar do cônjuge e à saúde e desenvolvimento do bebé. Os mais diversos autores, embora alertem para a gravidade da situação, têm, na generalidade, dado pouca atenção à intervenção que pode ser levada a efeito no sentido de prevenir e/ou remediar a depressão pós-parto. Assistimos contudo, durante a última década, à proliferação de experiências inovadoras neste âmbito, que procuramos relatar no decorrer do presente artigo. Este artigo desenvolve-se assim em torno da intervenção psicológica na depressão pós-parto e aborda prioritariamente os elementos necessários ao estabelecimento de programas de prevenção e intervenção na depressão pós-parto. |
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| Autores principais: | Figueiredo, Bárbara |
| Assunto: | Depressão pós-parto Prevenção e intervenção psicológica |
| Ano: | 2001 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | É ponto assente, hoje em dia, tendo em conta os resultados de um considerável número de estudos, que 10 a 15% das mães desenvolve depressão pós-parto: um episódio depressivo major que se inicia 2 ou 3 meses após o nascimento do bebé. A importância desta evidência empírica prende-se não só com a elevada incidência da perturbação em causa, como ainda, com o elevado número de repercussões adversas que lhe são associadas, as quais, para além do mais, não se limitam à mulher, mas estendem-se ao bem-estar do cônjuge e à saúde e desenvolvimento do bebé. Os mais diversos autores, embora alertem para a gravidade da situação, têm, na generalidade, dado pouca atenção à intervenção que pode ser levada a efeito no sentido de prevenir e/ou remediar a depressão pós-parto. Assistimos contudo, durante a última década, à proliferação de experiências inovadoras neste âmbito, que procuramos relatar no decorrer do presente artigo. Este artigo desenvolve-se assim em torno da intervenção psicológica na depressão pós-parto e aborda prioritariamente os elementos necessários ao estabelecimento de programas de prevenção e intervenção na depressão pós-parto. |
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