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O erro médico na imprensa portuguesa: histórias de morte com uma só vítima

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A abordagem mediática da saúde permite, em termos gerais, cumprir a necessidade de “reduzir a incerteza acerca dos assuntos de saúde, ao agregar informações que nos ajudam a fazer melhores escolhas acerca da forma como devemos responder aos acontecimentos do dia-a-dia” (Wright, Sparks & O’Hair, 2013, p. 210). A forma como esses assuntos são mediatizados (ou seja, o tratamento jornalístico que lhes é dado) tem implicações na forma como o público os apreende e (re)constrói. Esta é uma perspetiva que encara o Jornalismo como parte de um processo de “construção social da realidade” (Neveu, 2005, p. 103), no sentido em que este tem a capacidade de marcar a agenda do debate público e toma-a em consideração, ao decidir o que vai ser notícia.
Autores principais:Marinho, Sandra
Assunto:Erro Médico Imprensa Representações
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A abordagem mediática da saúde permite, em termos gerais, cumprir a necessidade de “reduzir a incerteza acerca dos assuntos de saúde, ao agregar informações que nos ajudam a fazer melhores escolhas acerca da forma como devemos responder aos acontecimentos do dia-a-dia” (Wright, Sparks & O’Hair, 2013, p. 210). A forma como esses assuntos são mediatizados (ou seja, o tratamento jornalístico que lhes é dado) tem implicações na forma como o público os apreende e (re)constrói. Esta é uma perspetiva que encara o Jornalismo como parte de um processo de “construção social da realidade” (Neveu, 2005, p. 103), no sentido em que este tem a capacidade de marcar a agenda do debate público e toma-a em consideração, ao decidir o que vai ser notícia.