Publicação
Cidadania em transição: concepções de agência política face ao ambiente
| Resumo: | COMPOLIS – Comunicação e Envolvimento Político com Questões Ambientais é o título de um projecto de investigação que visa compreender a relação entre comunicação e cidadania ambiental. Mais especificamente, interessa-nos perceber como é que as alterações climáticas e outros problemas ambientais são analisados no discurso político, no discurso dos media e no discurso de movimentos cívicos, e o espaço que é dado aos cidadãos nesses debates. Muitas vezes os problemas ambientais são formulados como questões técnicas, a serem ‘resolvidos’ com soluções técnicas e/ou medidas político-administrativas, ficando os cidadãos excluídos do processo de identificação, reflexão e decisão relativamente aos vários futuros possíveis que diferentes respostas às alterações climáticas podem gerar. É precisamente esta abordagem tecnocrática que temos encontrado nos processos políticos que analisámos relativamente a alterações climáticas e algumas questões energéticas. |
|---|---|
| Autores principais: | Carvalho, Anabela |
| Assunto: | Compolis Questões ambientais Participação cívica Ciências Sociais::Ciências da Comunicação |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | COMPOLIS – Comunicação e Envolvimento Político com Questões Ambientais é o título de um projecto de investigação que visa compreender a relação entre comunicação e cidadania ambiental. Mais especificamente, interessa-nos perceber como é que as alterações climáticas e outros problemas ambientais são analisados no discurso político, no discurso dos media e no discurso de movimentos cívicos, e o espaço que é dado aos cidadãos nesses debates. Muitas vezes os problemas ambientais são formulados como questões técnicas, a serem ‘resolvidos’ com soluções técnicas e/ou medidas político-administrativas, ficando os cidadãos excluídos do processo de identificação, reflexão e decisão relativamente aos vários futuros possíveis que diferentes respostas às alterações climáticas podem gerar. É precisamente esta abordagem tecnocrática que temos encontrado nos processos políticos que analisámos relativamente a alterações climáticas e algumas questões energéticas. |
|---|