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Visões da/na narrativa: formas, ritmos, velocidades (De Agustina a Gonçalo M. Tavares e Noiserv)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A poética dialógica e não confrontativa de Louvel sobre o que chama iconotexto (que encontra ressonâncias, no mais recente domínio dos estudos visuais em conceitos como os de conexidade, de Didi-Huberman, de méthexis, de Nancy, ou de frase-imagem, de Rancière, a que aqui recorreremos preferencialmente, todos eles envolvidos no questionamento dialético de uma certa ideia de representação) parece-nos particularmente operativa para pensarmos o romance e a narrativa contemporâneos e a sua configuração intermedial e multimodal, tal como comentarei, concentrando a atenção em três casos da literatura portuguesa do nosso século: Agustina Bessa-Luís, Gonçalo M. Tavares e Noiserv.
Autores principais:Ribeiro, Eunice
Assunto:Narrativa Multimodalidade Agustina Bessa-Luís Gonçalo M. Tavares Noiserv
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A poética dialógica e não confrontativa de Louvel sobre o que chama iconotexto (que encontra ressonâncias, no mais recente domínio dos estudos visuais em conceitos como os de conexidade, de Didi-Huberman, de méthexis, de Nancy, ou de frase-imagem, de Rancière, a que aqui recorreremos preferencialmente, todos eles envolvidos no questionamento dialético de uma certa ideia de representação) parece-nos particularmente operativa para pensarmos o romance e a narrativa contemporâneos e a sua configuração intermedial e multimodal, tal como comentarei, concentrando a atenção em três casos da literatura portuguesa do nosso século: Agustina Bessa-Luís, Gonçalo M. Tavares e Noiserv.