Publicação
Corruptibilidade e autorregulação moral
| Resumo: | A investigação tem como objetivo compreender a corruptibilidade. Como base teórica a Teoria da Manutenção do Autoconceito diz que cometemos atos desonestos até ao limite de não modificarmos o nosso autoconceito positivo. Utilizaram-se dois instrumentos, o primeiro uma experiência controlada de corrupção que expõe o indivíduo a dilemas entre o seu interesse pessoal e o respeito por normas sociais. Assim gera-se um conflito de interesses, um público que implica que o participante escolha a oferta mais barata, um pessoal onde é tentado a escolher a decisão mais egoísta que lhe fornece um retorno. O segundo as Vinhetas de Fundamentos Morais onde os participantes avaliam vinhetas que contam uma situação em que uma pessoa comete uma violação moral. A relação entre a decisão tomada e a severidade/leniência destes julgamentos é avaliada. Para tal, inquiriram-se 127 estudantes universitários num plano experimental inter-sujeitos combinando a entidade em relação à qual é tomada a decisão, a possibilidade de descoberta da decisão tomada e a decisão propriamente dita. Os resultados mostram a entidade como preditor significativo, a possibilidade de descoberta não se confirma como preditor e alguns julgamentos morais mostram interações significativas. Analisamos algumas limitações do estudo sendo necessário estudos futuros para conclusões mais seguras. |
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| Autores principais: | Caldas, Marina Rodrigues |
| Assunto: | Corruptibilidade Julgamento moral Possibilidade de descoberta Suborno Bribe Corruptibility Moral judgment Possibility of discovery |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A investigação tem como objetivo compreender a corruptibilidade. Como base teórica a Teoria da Manutenção do Autoconceito diz que cometemos atos desonestos até ao limite de não modificarmos o nosso autoconceito positivo. Utilizaram-se dois instrumentos, o primeiro uma experiência controlada de corrupção que expõe o indivíduo a dilemas entre o seu interesse pessoal e o respeito por normas sociais. Assim gera-se um conflito de interesses, um público que implica que o participante escolha a oferta mais barata, um pessoal onde é tentado a escolher a decisão mais egoísta que lhe fornece um retorno. O segundo as Vinhetas de Fundamentos Morais onde os participantes avaliam vinhetas que contam uma situação em que uma pessoa comete uma violação moral. A relação entre a decisão tomada e a severidade/leniência destes julgamentos é avaliada. Para tal, inquiriram-se 127 estudantes universitários num plano experimental inter-sujeitos combinando a entidade em relação à qual é tomada a decisão, a possibilidade de descoberta da decisão tomada e a decisão propriamente dita. Os resultados mostram a entidade como preditor significativo, a possibilidade de descoberta não se confirma como preditor e alguns julgamentos morais mostram interações significativas. Analisamos algumas limitações do estudo sendo necessário estudos futuros para conclusões mais seguras. |
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