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Direito, linguagem e semiologia do poder

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Direito e Linguagem têm uma plataforma comum, afirma Paolo Grossi. Com efeito, tal afirmação desvela a importância da Linguística para a Teoria do Direito, nos levando a empreender um percurso que irá perpassar, de modo bastante breve, a Semiologia (Saussure) [1], a Semiótica (Peirce) [2] para adentrar nos labirintos sígnicos da Linguagem Jurídica. Partindo desses estímulos linguísticos, buscaremos demonstrar, brevemente, à luz da Semiologia do Poder (Warat) [3], como as verdades jurídicas constroem-se, existem e desconstroem-se na e pela linguagem, demonstrando-se, assim, quão inarredáveis são os fenômenos linguístico e jurídico.
Autores principais:Menna Barreto, Ricardo de Macedo
Outros Autores:Wagner, Claudia Raquel
Assunto:Direito Linguagem Semiologia do Poder
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Direito e Linguagem têm uma plataforma comum, afirma Paolo Grossi. Com efeito, tal afirmação desvela a importância da Linguística para a Teoria do Direito, nos levando a empreender um percurso que irá perpassar, de modo bastante breve, a Semiologia (Saussure) [1], a Semiótica (Peirce) [2] para adentrar nos labirintos sígnicos da Linguagem Jurídica. Partindo desses estímulos linguísticos, buscaremos demonstrar, brevemente, à luz da Semiologia do Poder (Warat) [3], como as verdades jurídicas constroem-se, existem e desconstroem-se na e pela linguagem, demonstrando-se, assim, quão inarredáveis são os fenômenos linguístico e jurídico.