Publicação
Adaptabilidade e empregos-ponte em maiores de 50
| Resumo: | Aborda-se o desenvolvimento da carreira na vida adulta. Utilizaram-se a entrevista e o questionário, para explorar visões acerca da reforma, natureza das intenções ou experiências de emprego-ponte, e a adaptabilidade de carreira, na transição da vida profissional para a reforma plena. A amostra inclui oito mulheres e quatro homens, entre os 50 e os 70 anos, cinco empregados e sete reformados. Quer trabalhadores no ativo com e sem intenções de emprego ponte, quer reformados com ou sem emprego ponte, apresentam diferentes perfis de adaptabilidade à carreira, não havendo um padrão de resultados em função da situação vocacional. Identificaram-se duas categorias e oito subcategorias de conteúdo nas entrevistas: emprego-ponte - motivos, tipos e vantagens; e reforma - antecipação, indiferença, motivos, reações, e vivências. As entrevistas dos reformados com emprego ponte e dos trabalhadores com tais intenções caracterizam-se pela maior referência aos motivos de emprego ponte, e reações à reforma, nos primeiros e aos motivos do emprego ponte, nos segundos. Os restantes subgrupos mencionam sobretudo as vivências quotidianas e futuras da reforma. O conhecimento das atitudes e significados pessoais em redor da reforma deverá ser completado. Devem ser retiradas implicações para a intervenção vocacional. |
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| Autores principais: | Ferreira, Vânia Cristina Fernandes |
| Assunto: | Carreira Empregos-ponte Adaptabilidade na carreira Transição para a reforma Vida adulta Career Bridge employment Career adaptability transition to retirement Adulthood |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Aborda-se o desenvolvimento da carreira na vida adulta. Utilizaram-se a entrevista e o questionário, para explorar visões acerca da reforma, natureza das intenções ou experiências de emprego-ponte, e a adaptabilidade de carreira, na transição da vida profissional para a reforma plena. A amostra inclui oito mulheres e quatro homens, entre os 50 e os 70 anos, cinco empregados e sete reformados. Quer trabalhadores no ativo com e sem intenções de emprego ponte, quer reformados com ou sem emprego ponte, apresentam diferentes perfis de adaptabilidade à carreira, não havendo um padrão de resultados em função da situação vocacional. Identificaram-se duas categorias e oito subcategorias de conteúdo nas entrevistas: emprego-ponte - motivos, tipos e vantagens; e reforma - antecipação, indiferença, motivos, reações, e vivências. As entrevistas dos reformados com emprego ponte e dos trabalhadores com tais intenções caracterizam-se pela maior referência aos motivos de emprego ponte, e reações à reforma, nos primeiros e aos motivos do emprego ponte, nos segundos. Os restantes subgrupos mencionam sobretudo as vivências quotidianas e futuras da reforma. O conhecimento das atitudes e significados pessoais em redor da reforma deverá ser completado. Devem ser retiradas implicações para a intervenção vocacional. |
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