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Estudo sobre a divulgação da cultura chinesa em Portugal: o caso do Instituto Confúcio da Universidade do Minho

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Desde a criação do primeiro Instituto Confúcio, em 2004, o projeto espalhou-se a 146 países e regiões até ao final de 2017. Os Institutos têm trabalhado para dar a conhecer e aumentar a influência das cultura e língua milenares chinesas. Contudo, contextos nacionais diversos significam audiências com diferentes traços psicológicos e necessidades culturais. Estas diferenças podem ditar a estratégia e o desenvolvimento futuro da divulgação cultural chinesa, mas o tema ainda não suscitou particular interesse por parte de círculos académicos relevantes. O presente trabalho começa por analisar brevemente a origem dos estereótipos sobre os chineses na sociedade portuguesa e introduz o modelo de divulgação cultural do Instituto Confúcio Central, num contexto intercultural. Descritas as atividades desenvolvidas pelo Instituto Confúcio da Universidade do Minho nos últimos cinco anos, analisa-se o efeito da divulgação em diferentes níveis de cultura, nomeadamente elementos de origem material e comportamental. A iniciativa de um inquérito permitiu listar as atividades mais atrativas para os participantes e deixar algumas sugestões pertinentes para melhorar a eficácia e alcance do conjunto de atividades culturais organizadas pelo Instituto Confúcio da Universidade do Minho.
Autores principais:Da Gu
Assunto:Cultura chinesa Portugal Instituto Confúcio Divulgação cultural Estereótipos Chinese culture Confucius Institute Cultural divulgation Esterotypes 中国文化 葡萄牙 孔子学院 文化传播 刻板印象
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Desde a criação do primeiro Instituto Confúcio, em 2004, o projeto espalhou-se a 146 países e regiões até ao final de 2017. Os Institutos têm trabalhado para dar a conhecer e aumentar a influência das cultura e língua milenares chinesas. Contudo, contextos nacionais diversos significam audiências com diferentes traços psicológicos e necessidades culturais. Estas diferenças podem ditar a estratégia e o desenvolvimento futuro da divulgação cultural chinesa, mas o tema ainda não suscitou particular interesse por parte de círculos académicos relevantes. O presente trabalho começa por analisar brevemente a origem dos estereótipos sobre os chineses na sociedade portuguesa e introduz o modelo de divulgação cultural do Instituto Confúcio Central, num contexto intercultural. Descritas as atividades desenvolvidas pelo Instituto Confúcio da Universidade do Minho nos últimos cinco anos, analisa-se o efeito da divulgação em diferentes níveis de cultura, nomeadamente elementos de origem material e comportamental. A iniciativa de um inquérito permitiu listar as atividades mais atrativas para os participantes e deixar algumas sugestões pertinentes para melhorar a eficácia e alcance do conjunto de atividades culturais organizadas pelo Instituto Confúcio da Universidade do Minho.