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Formação resiliente e mudança na administração local em Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste artigo pretende-se convocar, em termos de balanço crítico, as políticas formativas para a Administração Local, designadamente as que foram implementadas ao abrigo do Programa Foral, entre 2000-2007, e as que se seguiram no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano (POPH). Igualmente, a partir do Estudo prospectivo sobre emprego e formação na Administração Local (Marques, 2008), foi-nos possível identificar seis clusters que integram municípios com inscrições territoriais e “vocações” diferenciadas do ponto de vista dos recursos humanos e da formação profissional. A actuação local dos municípios, num quadro de referência globalizado, interpela-nos para (re)inventar o futuro das cidades e das suas agendas urbanas, em especial, das políticas de formação profissional, para a gestão da “coisa” pública. A proposta de desenvolvimento de um sistema de formação resiliente apresenta-se, assim, como uma das dimensões estratégicas de mudança na Administração Local.
Autores principais:Marques, Ana Paula
Assunto:Administração local Clusters de Munícipio Sistema de formação resiliente
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Neste artigo pretende-se convocar, em termos de balanço crítico, as políticas formativas para a Administração Local, designadamente as que foram implementadas ao abrigo do Programa Foral, entre 2000-2007, e as que se seguiram no âmbito do Programa Operacional Potencial Humano (POPH). Igualmente, a partir do Estudo prospectivo sobre emprego e formação na Administração Local (Marques, 2008), foi-nos possível identificar seis clusters que integram municípios com inscrições territoriais e “vocações” diferenciadas do ponto de vista dos recursos humanos e da formação profissional. A actuação local dos municípios, num quadro de referência globalizado, interpela-nos para (re)inventar o futuro das cidades e das suas agendas urbanas, em especial, das políticas de formação profissional, para a gestão da “coisa” pública. A proposta de desenvolvimento de um sistema de formação resiliente apresenta-se, assim, como uma das dimensões estratégicas de mudança na Administração Local.