Publicação
"Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades": a mudança à luz dos princípios da Reforma e da Contrarreforma
| Resumo: | Após uma intervenção pedagógica supervisionada implementada na disciplina de História numa turma do 8º ano de escolaridade de uma escola do concelho de Braga, no âmbito do estágio do Mestrado em Ensino de História no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, realizou-se um estudo empírico com base na recolha de dados feita ao longo de diferentes momentos. Esta intervenção teve como contexto curricular o subtema “Reforma Protestante e a Reforma e Contrrareforma Católica”, sendo o conceito de mudança histórica o principal foco das atividades desenvolvidas. A principal questão orientadora desta intervenção-investigação à qual se pretendeu dar resposta foi: Como é que os estudantes percecionam o processo de mudança histórica em relação aos períodos da Reforma e da Contrarreforma? As aulas planificadas e as respetivas atividades desenvolvidas tiveram como contexto paradigmático o construtivismo e guiaram-se pelo modelo de aula-oficina. Visou-se proporcionar os estudantes as ferramentas necessárias para trabalharem constantemente as fontes de forma crítica, tornando-os parte do próprio processo de construção do seu conhecimento histórico. Deu se também primazia a atividades e tarefas de cariz mais colaborativo, para que os jovens beneficiassem da dinâmica de partilha e entreajuda que pode e deve estar adjacente ao processo de ensino-aprendizagem. Assim, a prática desenvolvida aplicou também os princípios associados à metodologia de Investigação-Ação, e os dados obtidos e respetiva análise e reflexão foram tratados através de métodos quantitativos principalmente ao que à categorização das ideias dos estudantes diz respeito. Foi possível constatar, ao longo do processo e na análise final, uma geral progressão das ideias dos estudantes quanto ao conceito de mudança, ainda que a vários níveis diferentes. Também foi visível um desenvolvimento das competências na análise e problematização de fontes, fruto, crê-se, das estratégias desenvolvidas à luz ao modelo da aula-oficina. |
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| Autores principais: | Santos, Maria Inês Pedro |
| Assunto: | Aula-oficina Contrarreforma Mudança Reforma Renascimento Counter-reformation Change Reformation Renaissance |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Após uma intervenção pedagógica supervisionada implementada na disciplina de História numa turma do 8º ano de escolaridade de uma escola do concelho de Braga, no âmbito do estágio do Mestrado em Ensino de História no 3º ciclo do Ensino Básico e no Ensino Secundário, realizou-se um estudo empírico com base na recolha de dados feita ao longo de diferentes momentos. Esta intervenção teve como contexto curricular o subtema “Reforma Protestante e a Reforma e Contrrareforma Católica”, sendo o conceito de mudança histórica o principal foco das atividades desenvolvidas. A principal questão orientadora desta intervenção-investigação à qual se pretendeu dar resposta foi: Como é que os estudantes percecionam o processo de mudança histórica em relação aos períodos da Reforma e da Contrarreforma? As aulas planificadas e as respetivas atividades desenvolvidas tiveram como contexto paradigmático o construtivismo e guiaram-se pelo modelo de aula-oficina. Visou-se proporcionar os estudantes as ferramentas necessárias para trabalharem constantemente as fontes de forma crítica, tornando-os parte do próprio processo de construção do seu conhecimento histórico. Deu se também primazia a atividades e tarefas de cariz mais colaborativo, para que os jovens beneficiassem da dinâmica de partilha e entreajuda que pode e deve estar adjacente ao processo de ensino-aprendizagem. Assim, a prática desenvolvida aplicou também os princípios associados à metodologia de Investigação-Ação, e os dados obtidos e respetiva análise e reflexão foram tratados através de métodos quantitativos principalmente ao que à categorização das ideias dos estudantes diz respeito. Foi possível constatar, ao longo do processo e na análise final, uma geral progressão das ideias dos estudantes quanto ao conceito de mudança, ainda que a vários níveis diferentes. Também foi visível um desenvolvimento das competências na análise e problematização de fontes, fruto, crê-se, das estratégias desenvolvidas à luz ao modelo da aula-oficina. |
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