Publicação
À margem da capital. A gravadora indie Hey, Pachuco! como revitalizadora cultural e social do Barreiro
| Resumo: | Nossa pesquisa baseia-se no estudo da música à margem do mainstream, ou a indústria convencional, observando-a a partir de um contexto marginal e situando-a sob um prisma de vanguarda, aqui representada pela gravadora Hey, Pachuco!, localizada naMargem Sul do Rio Tejo, em Lisboa, Portugal. Chamada a partir do fim dos anos 1980de indie, trata-se de uma cultura que emerge dos “subterrâneos” para transformar panoramas musicais e culturais sob a forma de pequenas gravadoras ou selos tendo como princípio dar voz a artistas e bandas que não teriam espaço na grande indústria fonográfica, ou majors. A reação ao status quo e às condições impostas por essas grandes gravadoras fez surgir métodos alternativos de produção musical, baseados em meios e maneiras para o ‘escoamento’ de produções underground. Noções de autenticidade e de controle são intrínsecas à essa produção fazendo do indie um gênero não só musical, mas comportamental |
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| Autores principais: | Moura, Luiz Alberto |
| Assunto: | Ciências Sociais::Sociologia Ciências Sociais::Ciências da Comunicação Indústria, inovação e infraestruturas |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Nossa pesquisa baseia-se no estudo da música à margem do mainstream, ou a indústria convencional, observando-a a partir de um contexto marginal e situando-a sob um prisma de vanguarda, aqui representada pela gravadora Hey, Pachuco!, localizada naMargem Sul do Rio Tejo, em Lisboa, Portugal. Chamada a partir do fim dos anos 1980de indie, trata-se de uma cultura que emerge dos “subterrâneos” para transformar panoramas musicais e culturais sob a forma de pequenas gravadoras ou selos tendo como princípio dar voz a artistas e bandas que não teriam espaço na grande indústria fonográfica, ou majors. A reação ao status quo e às condições impostas por essas grandes gravadoras fez surgir métodos alternativos de produção musical, baseados em meios e maneiras para o ‘escoamento’ de produções underground. Noções de autenticidade e de controle são intrínsecas à essa produção fazendo do indie um gênero não só musical, mas comportamental |
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