Publicação
[Recensão] Lipovetsky, G.; Serroy, J. O ecrã global: cultura mediática e cinema na era hipermoderna. Lisboa: Edições 70, 2010
| Resumo: | [Excerto] Em O ecrã global, Lipovetsky e Serroy mostram a importância do ecrã, e da cultura que o rodeia, nos tempos atuais. Ecrãs gigantes, ecrãs luminosos, ecrãs telas, microecrãs, ecrãs tácteis, ecrãs de jogo, enfim, uma inflação de ecrãs está por todo o lado na vida de todos os dias. Da modernidade até àquilo a que os autores consideram de hipermodernidade, o primeiro ecrã (a tela do cinema) passa por fases, evoluções e mutações que continuamente tendem a transformar, radical e globalmente, os indivíduos e as suas formas de pensar, sentir e agir. Para estes autores, “o indivíduo das sociedades hipermodernas vai olhar o mundo como se fosse cinema, servindo este como lente inconsciente através do qual aquele vê a realidade onde vive” (p. 27). Uma pergunta parece assombrar todo este livro: o que escapa ou escapará a essa excrescência dos ecrãs?[...] |
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| Autores principais: | Costa, Pedro Rodrigues |
| Assunto: | Ecrã Cinema Cultura Mediatismo |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] Em O ecrã global, Lipovetsky e Serroy mostram a importância do ecrã, e da cultura que o rodeia, nos tempos atuais. Ecrãs gigantes, ecrãs luminosos, ecrãs telas, microecrãs, ecrãs tácteis, ecrãs de jogo, enfim, uma inflação de ecrãs está por todo o lado na vida de todos os dias. Da modernidade até àquilo a que os autores consideram de hipermodernidade, o primeiro ecrã (a tela do cinema) passa por fases, evoluções e mutações que continuamente tendem a transformar, radical e globalmente, os indivíduos e as suas formas de pensar, sentir e agir. Para estes autores, “o indivíduo das sociedades hipermodernas vai olhar o mundo como se fosse cinema, servindo este como lente inconsciente através do qual aquele vê a realidade onde vive” (p. 27). Uma pergunta parece assombrar todo este livro: o que escapa ou escapará a essa excrescência dos ecrãs?[...] |
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