Publicação

Filosofia Proudhoniana do Direito

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste texto, a autora procura apresentar algumas reflexões sobre a importância do pensamento de Proudhon no contexto específico da filosofia do direito portuguesa, em especial, a que se produziu num momento histórico próximo ao tempo de vida deste autor, ou seja, no século XIX. Busca-se sobretudo um olhar para a sua obra que é feito à luz da filosofia do direito portu­guesa, tentando identificar os aspectos que esta tenha porventura ido beber às leituras de Proudhon. Todavia, acresce que não seria possível falar de forma coerente e substantiva sobre a influência da filosofia do direito de Proudhon em Portugal, no curto espaço de que dispomos, sem centrar a nossa análise no pen­ samento jurídico de um jusfilósofo em particular, Joaquim Maria Rodrigues de Brito, Professor da Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, no século XIX e autor de uma curta, mas interessante obra, cuja publicação criaria algumas "ondas de choque" no panorama da filosofia do direito portuguesa de então, dando origem, também no direito, a uma "questão coimbrã".
Autores principais:Calheiros, Maria Clara
Assunto:Proudhon Krausismo Joaquim Maria Rodrigues de Brito
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Neste texto, a autora procura apresentar algumas reflexões sobre a importância do pensamento de Proudhon no contexto específico da filosofia do direito portuguesa, em especial, a que se produziu num momento histórico próximo ao tempo de vida deste autor, ou seja, no século XIX. Busca-se sobretudo um olhar para a sua obra que é feito à luz da filosofia do direito portu­guesa, tentando identificar os aspectos que esta tenha porventura ido beber às leituras de Proudhon. Todavia, acresce que não seria possível falar de forma coerente e substantiva sobre a influência da filosofia do direito de Proudhon em Portugal, no curto espaço de que dispomos, sem centrar a nossa análise no pen­ samento jurídico de um jusfilósofo em particular, Joaquim Maria Rodrigues de Brito, Professor da Faculdade de Leis da Universidade de Coimbra, no século XIX e autor de uma curta, mas interessante obra, cuja publicação criaria algumas "ondas de choque" no panorama da filosofia do direito portuguesa de então, dando origem, também no direito, a uma "questão coimbrã".