Publicação
Portugal e o Atlântico: oportunidades e desafios
| Resumo: | Esta dissertação tem o objetivo de analisar as diferentes dimensões que a geopolítica atlântica assumiu para Portugal, em diversas vertentes, desde a adesão à OTAN até os primórdios de 2018, e dentro deste espetro, que propósitos serviu, as oportunidades que quer no passado, presente e futuro, se foram criando, criam e criarão, e os desafios inerentes ao posicionamento geográfico português no Atlântico, tendo como base o que podem significar para Portugal e que melhor sirva os interesses portugueses. Desta forma, e com esse efeito, é realizada uma análise a este período de quase 60 anos, marcado por profundas transformações quer políticas, económicas, culturais, e nos quais Portugal experienciou uma série de mudanças, como a adesão à OTAN, o fim da ditadura, a descolonização, a adesão à Comunidade Económica Europeia e a criação e adesão à CPLP. Como será possível vislumbrar ao longo da dissertação, não obstante as profundas alterações vividas na vertente atlantista portuguesa, Portugal em todo este espaço temporal retira invariavelmente do Atlântico ganhos quer políticos, quer económicos, quer de natureza geopolítica significativos e que o espaço geográfico que este país ocupa no Atlântico, assume-se como um dos, senão o maior fator de relevância e de valorização de Portugal e como a sua mais-valia nas organizações em que se insere e como uns dos aspetos que mais pode contribuir para a conquista de influência de Portugal nas mesmas. |
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| Autores principais: | Costa, Carlos Alexandre Correia |
| Assunto: | Portugal Euro-atlantismo Geopolítica Lusofonia Relações transatlânticas Euro-atlantism Geopolitics Lusophony Transatlantic relations |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Esta dissertação tem o objetivo de analisar as diferentes dimensões que a geopolítica atlântica assumiu para Portugal, em diversas vertentes, desde a adesão à OTAN até os primórdios de 2018, e dentro deste espetro, que propósitos serviu, as oportunidades que quer no passado, presente e futuro, se foram criando, criam e criarão, e os desafios inerentes ao posicionamento geográfico português no Atlântico, tendo como base o que podem significar para Portugal e que melhor sirva os interesses portugueses. Desta forma, e com esse efeito, é realizada uma análise a este período de quase 60 anos, marcado por profundas transformações quer políticas, económicas, culturais, e nos quais Portugal experienciou uma série de mudanças, como a adesão à OTAN, o fim da ditadura, a descolonização, a adesão à Comunidade Económica Europeia e a criação e adesão à CPLP. Como será possível vislumbrar ao longo da dissertação, não obstante as profundas alterações vividas na vertente atlantista portuguesa, Portugal em todo este espaço temporal retira invariavelmente do Atlântico ganhos quer políticos, quer económicos, quer de natureza geopolítica significativos e que o espaço geográfico que este país ocupa no Atlântico, assume-se como um dos, senão o maior fator de relevância e de valorização de Portugal e como a sua mais-valia nas organizações em que se insere e como uns dos aspetos que mais pode contribuir para a conquista de influência de Portugal nas mesmas. |
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