Publicação
Um olhar sobre as mobilidades de profissionais qualificados portugueses nos media estrangeiros
| Resumo: | Este artigo versa sobre o modo como alguns jornais internacionais abordam o fenómeno da mobilidade de portugueses qualificados. Assente numa análise da literatura sobre a história, as motivações e os impactos da mobilidade de qualificados, assim como nos estudos sobre a cobertura mediática dos fenómenos migratórios, assume-se que a mobilidade dos profissionais qualificados constitui um fenómeno de relevância politica e ideológica susceptível de várias interpretações. Nessa linha, e na base de um estudo dos conteúdos de vários jornais internacionais, conclui-se que o tratamento mediático do fenómeno da mobilidade de portugueses assenta em referenciais coloniais e imperialistas através dos quais as mobilidades para países como o Brasil e Angola são apresentadas como negativas e depreciativas. |
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| Autores principais: | Araújo, Emília Rodrigues |
| Outros Autores: | Ferreira, Filipe |
| Assunto: | Mobilidade Discurso Profissionais qualificados Mobility Speech Skilled professionals |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Este artigo versa sobre o modo como alguns jornais internacionais abordam o fenómeno da mobilidade de portugueses qualificados. Assente numa análise da literatura sobre a história, as motivações e os impactos da mobilidade de qualificados, assim como nos estudos sobre a cobertura mediática dos fenómenos migratórios, assume-se que a mobilidade dos profissionais qualificados constitui um fenómeno de relevância politica e ideológica susceptível de várias interpretações. Nessa linha, e na base de um estudo dos conteúdos de vários jornais internacionais, conclui-se que o tratamento mediático do fenómeno da mobilidade de portugueses assenta em referenciais coloniais e imperialistas através dos quais as mobilidades para países como o Brasil e Angola são apresentadas como negativas e depreciativas. |
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