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Brain machine interface in automotive: drowsiness detection

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Resumo:Com o crescimento progressivo da indústria automóvel, assim como o grande número de mortes que ocorrem nas estradas em todo o mundo, existe uma necessidade de monitorizar a atenção do condutor de forma a melhorar estas estatísticas. Mais de 1,25 milhões de pessoas morrem nas estradas, por ano, em todo o mundo como consequência de acidentes de tráfego, sendo que 20% dessas fatalidades são causadas por fadiga do condutor. Sendo esta uma das mais proeminentes causas destes números, uma BrainMachine Interface (BMI) apresenta-se como uma das possíveis tecnologias a utilizar, de entre várias possibilidades, para ajudar neste problema. Sendo uma tecnologia ainda pouco explorada, tem a capacidade de detetar uma extensa lista de problema físicos e psicológicos, entre eles, a sonolência. Posto isto, existe a oportunidade de desenvolver mais estudos na área de forma a desenvolver métodos fiáveis para determinar se o condutor se encontra alerta o suficiente para conduzir com segurança. Coletando sinais gerados pelo cérebro, amplificando e removendo o ruído, é possível desenvolver uma interface que os interprete e detete condições perigosas que afetam a performance do condutor. Esta tese, integrada no projeto "Project Bosch INNOVCAR: The cockpit of the future", apresenta métodos e algoritmos para determinar se o condutor se encontra em condições devidas para conduzir com segurança, através da deteção de sonolência e apresenta os respetivos testes e validação efetuados. É a crença do autor que este simples dispositivo pode melhorar significativamente a performance do condutor, prevenir comportamentos de risco e reduzir o número de fatalidades sem penalizar o conforto do mesmo. Com a tecnologia corrente, o contacto com a cabeça é necessário para detetar os sinais, por isso o dispositivo tem ser usado pelo condutor. Uma possível melhoria na sua utilização passaria pela integração com outros wearables e sensores ou pelo desenvolvimento de interfaces não dependentes de contacto que possibilitem a monitorização à distância.
Autores principais:Ribeiro, António Miguel Fernandes
Assunto:Eletroencefalografia Sonolência Fadiga do condutor Interface cérebro-máquina Electroencephalography Drowsiness Driver fatigue Brain machine interface
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Com o crescimento progressivo da indústria automóvel, assim como o grande número de mortes que ocorrem nas estradas em todo o mundo, existe uma necessidade de monitorizar a atenção do condutor de forma a melhorar estas estatísticas. Mais de 1,25 milhões de pessoas morrem nas estradas, por ano, em todo o mundo como consequência de acidentes de tráfego, sendo que 20% dessas fatalidades são causadas por fadiga do condutor. Sendo esta uma das mais proeminentes causas destes números, uma BrainMachine Interface (BMI) apresenta-se como uma das possíveis tecnologias a utilizar, de entre várias possibilidades, para ajudar neste problema. Sendo uma tecnologia ainda pouco explorada, tem a capacidade de detetar uma extensa lista de problema físicos e psicológicos, entre eles, a sonolência. Posto isto, existe a oportunidade de desenvolver mais estudos na área de forma a desenvolver métodos fiáveis para determinar se o condutor se encontra alerta o suficiente para conduzir com segurança. Coletando sinais gerados pelo cérebro, amplificando e removendo o ruído, é possível desenvolver uma interface que os interprete e detete condições perigosas que afetam a performance do condutor. Esta tese, integrada no projeto "Project Bosch INNOVCAR: The cockpit of the future", apresenta métodos e algoritmos para determinar se o condutor se encontra em condições devidas para conduzir com segurança, através da deteção de sonolência e apresenta os respetivos testes e validação efetuados. É a crença do autor que este simples dispositivo pode melhorar significativamente a performance do condutor, prevenir comportamentos de risco e reduzir o número de fatalidades sem penalizar o conforto do mesmo. Com a tecnologia corrente, o contacto com a cabeça é necessário para detetar os sinais, por isso o dispositivo tem ser usado pelo condutor. Uma possível melhoria na sua utilização passaria pela integração com outros wearables e sensores ou pelo desenvolvimento de interfaces não dependentes de contacto que possibilitem a monitorização à distância.