Publicação
Morfologias urbanas e arquitetura da Exposição do Mundo Português (1940) desde o postal ilustrado
| Resumo: | De novo o postal ilustrado, sempre omnipresente e de elevado potencial icónico. Artefacto de modernidade inalienável perante tudo aquilo que aspire a um rasgo de universalidade ou algo que contenha uma promessa de eternidade, como o foi para o caso da Exposição do Mundo Português na Lisboa de 1940. Daí que, e a partir dele, relevamos a expressão da arquitetura e do urbanismo como temas privilegiados que nos proporcionam uma conjugação espacio-temporal de ordem comunicativa única. Dir-se-ia mesmo, para quem reflita sobre a exposição, e venha donde vier, sobretudo, a partir da natureza e do alcance do seu edificado, vertido na ilustração postal, que nos defrontamos com uma espécie de alinhamento dos “astros”, tal é a cosmologia metafórica que nos ocorre citar por evocação ao imaginário das viagens espaciais que conhecemos da ficção científica. |
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| Autores principais: | Bandeira, Miguel Sopas de Melo |
| Outros Autores: | Martins, Moisés de Lemos; Oliveira, Madalena |
| Assunto: | Cidade Arquitetura Exposição Mundo Português Postais Ciências Sociais::Ciências da Comunicação |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | De novo o postal ilustrado, sempre omnipresente e de elevado potencial icónico. Artefacto de modernidade inalienável perante tudo aquilo que aspire a um rasgo de universalidade ou algo que contenha uma promessa de eternidade, como o foi para o caso da Exposição do Mundo Português na Lisboa de 1940. Daí que, e a partir dele, relevamos a expressão da arquitetura e do urbanismo como temas privilegiados que nos proporcionam uma conjugação espacio-temporal de ordem comunicativa única. Dir-se-ia mesmo, para quem reflita sobre a exposição, e venha donde vier, sobretudo, a partir da natureza e do alcance do seu edificado, vertido na ilustração postal, que nos defrontamos com uma espécie de alinhamento dos “astros”, tal é a cosmologia metafórica que nos ocorre citar por evocação ao imaginário das viagens espaciais que conhecemos da ficção científica. |
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