Publicação

Diferentes metodologias para a inspeção das armaduras existentes na Ponte Luiz Bandeira em Sejães

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:A Ponte Luiz Bandeira cuja construção data de 1907, é uma ponte em arco construída de acordo com o sistema patenteado Hennebique, caracterizado pela introdução de estribos nas vigas, ligando os varões traccionados à zona de betão comprimido. Esses estribos eram constituídos por chapas de aço de secção rectangular dobradas em forma de “U”. Cinquenta anos após a construção da ponte, esta sofreu obras de requalificação tendo os diversos elementos estruturais sido reforçados por encamisamento, com recurso a betão armado. O Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho tem vindo a caracterizar a ponte em termos da técnica de construção e materiais utilizados, bem como o seu desempenho estrutural. Face à complexidade de armaduras existentes na Ponte Luiz Bandeira, foram usadas diferentes metodologias não destrutivas para a sua inspeção, nomeadamente, detectores de armaduras e georadar. As duas técnicas identificaram as armaduras de reforço do encamisamento. Adicionalmente, o georadar permitiu identificar a armadura original da ponte, situada após a armadura de encamisamento, constituída por elementos de maior dimensão e identificar a espessura do encamisamento.
Autores principais:Fernandes, Francisco Manuel Carvalho Pinto
Outros Autores:Gramaxo, Jorge; Sena-Cruz, José; Ferreira, Rui Miguel
Assunto:Ponte Inspecção
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A Ponte Luiz Bandeira cuja construção data de 1907, é uma ponte em arco construída de acordo com o sistema patenteado Hennebique, caracterizado pela introdução de estribos nas vigas, ligando os varões traccionados à zona de betão comprimido. Esses estribos eram constituídos por chapas de aço de secção rectangular dobradas em forma de “U”. Cinquenta anos após a construção da ponte, esta sofreu obras de requalificação tendo os diversos elementos estruturais sido reforçados por encamisamento, com recurso a betão armado. O Departamento de Engenharia Civil da Universidade do Minho tem vindo a caracterizar a ponte em termos da técnica de construção e materiais utilizados, bem como o seu desempenho estrutural. Face à complexidade de armaduras existentes na Ponte Luiz Bandeira, foram usadas diferentes metodologias não destrutivas para a sua inspeção, nomeadamente, detectores de armaduras e georadar. As duas técnicas identificaram as armaduras de reforço do encamisamento. Adicionalmente, o georadar permitiu identificar a armadura original da ponte, situada após a armadura de encamisamento, constituída por elementos de maior dimensão e identificar a espessura do encamisamento.