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A prática musical nos mosteiros femininos na segunda metade do século XVIII e princípios do século XIX: obras de compositores portugueses e italianos no mosteiro de S. Bento de Cástris (Évora) e no convento de Avé Maria (Porto)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A existência de obras de compositores portugueses e italianos da 2ê metade do século XVIII nos espólios dos mosteiros e conventos femininos em Portugal comprovam uma prática musical protagonizada pelas monjas músicas reveladora do conhecimento do repertório italianizante da época. O presente artigo, fundamentado em documentação histórica, revela aspectos da prática musical conventual feminina em Portugal e em particular no mosteiro de S. Bento de Cástris (Cisterciense), em Évora, e no convento da Avé-Maria (Beneditino), no Porto. O estudo permitiu elencar as obras e respectivos compositores acrescentando novas informações sobre o conhecimento de uma actividade musical contextualizada e confinada à praxis das monjas. A leitura de alguns memorialistas de Setecentos permitiu obter uma visão mais ampla da vida musical portuguesa nesta época.
Autores principais:Conde, Antónia Fialho
Outros Autores:Lessa, Elisa
Assunto:Música conventual Monjas músicas Compositores portugueses e italianos Séculos XVIII e XIX Mosteiros femininos Conventual music Musician nuns Italian and Portuguese composers 17th and 18th centuries
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A existência de obras de compositores portugueses e italianos da 2ê metade do século XVIII nos espólios dos mosteiros e conventos femininos em Portugal comprovam uma prática musical protagonizada pelas monjas músicas reveladora do conhecimento do repertório italianizante da época. O presente artigo, fundamentado em documentação histórica, revela aspectos da prática musical conventual feminina em Portugal e em particular no mosteiro de S. Bento de Cástris (Cisterciense), em Évora, e no convento da Avé-Maria (Beneditino), no Porto. O estudo permitiu elencar as obras e respectivos compositores acrescentando novas informações sobre o conhecimento de uma actividade musical contextualizada e confinada à praxis das monjas. A leitura de alguns memorialistas de Setecentos permitiu obter uma visão mais ampla da vida musical portuguesa nesta época.