Publicação
A Casa Flexível: Interpretação da flexibilidade na arquitetura habitacional do século XX
| Resumo: | Vivemos tempos de instabilidade, fortemente vincados por transformações constantes e imprevisíveis a nível social, económico, cultural e tecnológico, que forçam a sociedade complexa a reorganizar-se e adaptar-se, originando novas formas de vida, modelos sociais e necessidades. Se a sociedade se encontra em constante transformação, inerente ao seu carácter evolutivo, também a arquitetura tem de procurar ser capaz de acompanhar todas estas inconstâncias, de maneira a responder mais eficazmente às alterações do seu contexto, sendo ao mesmo tempo capaz de albergar as novas necessidades da sociedade. A flexibilidade e adaptabilidade são, então, características fundamentais para que a arquitetura seja capaz de servir durante mais tempo, dando também a devida importância ao papel do individualismo na sua apropriação. Focando-se no século XX, como intervalo de tempo mais pertinente à validação do tema, numa fase inicial, este trabalho pretende contextualizar a flexibilidade na história da arquitetura, apresentando a evolução do tema ao longo dos anos, bem como a evolução do seu papel no exercício da arquitetura habitacional. Expondo o pensamento da flexibilidade por parte de diversos autores, de forma a catalogar os seus diversos significados, a fase final do trabalho pretende refletir sobre a exequibilidade de estratégias de construção flexíveis na habitação, através do estudo de diversos casos exemplares, a fim de facilitar a leitura da flexibilidade como geradora de espaços domésticos únicos. Em suma, este trabalho procura, através da interpretação do passado, aprovar a flexibilidade como tema válido e conveniente para a arquitetura habitacional de hoje e de amanhã. |
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| Autores principais: | Carvalho, Maria Represas |
| Assunto: | Instabilidade Flexibilidade Habitação Individualismo Expressão Instability Flexibility Housing Individualism Expression Humanidades::Artes |
| Ano: | 2022 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Vivemos tempos de instabilidade, fortemente vincados por transformações constantes e imprevisíveis a nível social, económico, cultural e tecnológico, que forçam a sociedade complexa a reorganizar-se e adaptar-se, originando novas formas de vida, modelos sociais e necessidades. Se a sociedade se encontra em constante transformação, inerente ao seu carácter evolutivo, também a arquitetura tem de procurar ser capaz de acompanhar todas estas inconstâncias, de maneira a responder mais eficazmente às alterações do seu contexto, sendo ao mesmo tempo capaz de albergar as novas necessidades da sociedade. A flexibilidade e adaptabilidade são, então, características fundamentais para que a arquitetura seja capaz de servir durante mais tempo, dando também a devida importância ao papel do individualismo na sua apropriação. Focando-se no século XX, como intervalo de tempo mais pertinente à validação do tema, numa fase inicial, este trabalho pretende contextualizar a flexibilidade na história da arquitetura, apresentando a evolução do tema ao longo dos anos, bem como a evolução do seu papel no exercício da arquitetura habitacional. Expondo o pensamento da flexibilidade por parte de diversos autores, de forma a catalogar os seus diversos significados, a fase final do trabalho pretende refletir sobre a exequibilidade de estratégias de construção flexíveis na habitação, através do estudo de diversos casos exemplares, a fim de facilitar a leitura da flexibilidade como geradora de espaços domésticos únicos. Em suma, este trabalho procura, através da interpretação do passado, aprovar a flexibilidade como tema válido e conveniente para a arquitetura habitacional de hoje e de amanhã. |
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