Publicação

[Recensão de] Krieghbaum, H. (1970). A ciência e os meios de comunicação de massa. Rio de Janeiro: Edições Correio da Manhã

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Detalhes bibliográficos
Resumo:De que forma tratavam os jornalistas a informação de ciência na primeira metade do século XX nos EUA? Que papel desempenhavam os cientistas na promoção da visibilidade da investigação científica? E os leitores? Que interesse lhes despertava o noticiário científico? Três protagonistas – jornalistas, cientistas e leitores – concentram as atenções da obra de Hillier Krieghbaum (1902-1993) “A ciência e os meios de comunicações de massa”1 . Questões pragmáticas para um escritor de poucos devaneios e divagações. Frases curtas, numa obra extraordinariamente bem documentada sobre a informação de caráter científico na imprensa dos EUA. Krieghbaum, antigo professor de jornalismo na Universidade de Nova Iorque durante 25 anos, recorre a toda uma documentação vastíssima de fontes de informação para refletir sobre as dissidências do trabalho jornalístico de ciência - recortes de imprensa, anotações de congressos, intervenções em jantares de homenagem ou recolha de fundos para causas beneficentes, tão habituais na sociedade americana. Tratando-se de um estudo pioneiro sobre a relação entre a ciência, os meios de comunicação de massa e os cidadãos, o autor identifica um conjunto de situações problemáticas que, aparentemente, não têm sido resolvidas entre os quase 50 anos que separam a publicação da primeira edição deste livro e a presente leitura.
Autores principais:Ribeiro, Fábio Fonseca
Assunto:Krieghbaum Ciência Comunicação Jornalistas Ciências Sociais::Ciências da Comunicação
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:De que forma tratavam os jornalistas a informação de ciência na primeira metade do século XX nos EUA? Que papel desempenhavam os cientistas na promoção da visibilidade da investigação científica? E os leitores? Que interesse lhes despertava o noticiário científico? Três protagonistas – jornalistas, cientistas e leitores – concentram as atenções da obra de Hillier Krieghbaum (1902-1993) “A ciência e os meios de comunicações de massa”1 . Questões pragmáticas para um escritor de poucos devaneios e divagações. Frases curtas, numa obra extraordinariamente bem documentada sobre a informação de caráter científico na imprensa dos EUA. Krieghbaum, antigo professor de jornalismo na Universidade de Nova Iorque durante 25 anos, recorre a toda uma documentação vastíssima de fontes de informação para refletir sobre as dissidências do trabalho jornalístico de ciência - recortes de imprensa, anotações de congressos, intervenções em jantares de homenagem ou recolha de fundos para causas beneficentes, tão habituais na sociedade americana. Tratando-se de um estudo pioneiro sobre a relação entre a ciência, os meios de comunicação de massa e os cidadãos, o autor identifica um conjunto de situações problemáticas que, aparentemente, não têm sido resolvidas entre os quase 50 anos que separam a publicação da primeira edição deste livro e a presente leitura.