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Financiamento e sustentabilidade do sistema de pensões: capitalização versus repartição

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Resumo:Esta dissertação procura analisar os desafios do sistema nacional de pensões de reforma nos últimos 15 anos. O trabalho desenvolve-se através de uma abordagem documental e uma abordagem conceptual. Na abordagem documental descreve-se uma evolução histórica desde o surgimento dos primeiros atos assistenciais até ao sistema complexo que incorpora o Instituto da Segurança Social, relembrando a importância Beveridgiana e a perspetiva de Esping-Andersen. Foram abordados, ainda, o financiamento e a sustentabilidade da segurança social, onde se incorpora o sistema nacional de pensões e a distinção entre os sistemas por repartição e por capitalização. Na abordagem conceptual optou-se pelo método quantitativo, e empregando Portugal como um estudo de caso, procura-se analisar dados do sistema de pensões de reforma da Segurança Social, cujo sistema se rege por repartição. O estudo consiste na apresentação de dados estatísticos e projeções. Como termo de comparação será apresentado o sistema de pensões de reforma do Reino Unido que, segundo Gosta Esping-Andersen, está incluído no grupo de países do modelo anglo-saxónico e, que atualmente se rege por um sistema de reformas de capitalização. Através deste estudo, espera-se contribuir para o estado de debate atual retirando dados conclusivos que esclareçam o público sobre o direito à opção de escolher o sistema que gostariam de financiar. A alterações demográficas como o aumento da esperança média de vida e baixa taxa de natalidade levam o público a colocar em questão se o sistema está preparado para suportar as reformas das próximas gerações e, se não está, quais serão as alternativas.
Autores principais:Fonseca, Ana Rita Mendes
Assunto:Sistema de pensões Repartição Capitalização Portugal Reino Unido Alterações demográficas Financiamento Sustentabilidade Segurança Social The pension system Pay-as-you-go Fully-funded UK Demographic changes Funding Sustainability Social Security
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Esta dissertação procura analisar os desafios do sistema nacional de pensões de reforma nos últimos 15 anos. O trabalho desenvolve-se através de uma abordagem documental e uma abordagem conceptual. Na abordagem documental descreve-se uma evolução histórica desde o surgimento dos primeiros atos assistenciais até ao sistema complexo que incorpora o Instituto da Segurança Social, relembrando a importância Beveridgiana e a perspetiva de Esping-Andersen. Foram abordados, ainda, o financiamento e a sustentabilidade da segurança social, onde se incorpora o sistema nacional de pensões e a distinção entre os sistemas por repartição e por capitalização. Na abordagem conceptual optou-se pelo método quantitativo, e empregando Portugal como um estudo de caso, procura-se analisar dados do sistema de pensões de reforma da Segurança Social, cujo sistema se rege por repartição. O estudo consiste na apresentação de dados estatísticos e projeções. Como termo de comparação será apresentado o sistema de pensões de reforma do Reino Unido que, segundo Gosta Esping-Andersen, está incluído no grupo de países do modelo anglo-saxónico e, que atualmente se rege por um sistema de reformas de capitalização. Através deste estudo, espera-se contribuir para o estado de debate atual retirando dados conclusivos que esclareçam o público sobre o direito à opção de escolher o sistema que gostariam de financiar. A alterações demográficas como o aumento da esperança média de vida e baixa taxa de natalidade levam o público a colocar em questão se o sistema está preparado para suportar as reformas das próximas gerações e, se não está, quais serão as alternativas.