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Predição do rendimento académico no final do ensino secundário na base dos testes de QI na infância

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A relação entre inteligência e rendimento escolar é normalmente assumida na psicologia da educação, mantendo-se tais coeficientes de correlação estatisticamente significativos mesmo em níveis académicos mais avançados. Esta correlação, interpretada no sentido de um efectivo impacto das capacidades intelectuais no desempenho escolar futuro, justifica aliás a utilização dos testes de inteligência nalgumas situações da prática psicológica. Neste estudo longitudinal e tendo como refência uma amostra de 74 crianças, que foram avaliadas com a Escala de Inteligência de Wechsler (WISC) quando frequentavam o 1º Ciclo do Ensino Básico (Pereira, 1998), analisamos a sua trajectória escolar num intervalo de tempo que varia entre 8 e 11 anos. Os resultados apontam para correlações estatisticamente significativas, em particular com a subescala verbal da WISC e o teste de factor g (Raven). A análise de regressão permite associar 20% da variância no rendimento académico no final do ensino secundário aos valores no QI verbal e ao factor g.
Autores principais:Pereira, Marcelino
Outros Autores:Almeida, Leandro S.
Assunto:Inteligência Quociente de Inteligência (QI) Testes de inteligência Rendimento académico Validade preditiva Intelligence Intelligence Quotient (IQ) Intelligence tests Academic achievement Predictive validity
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A relação entre inteligência e rendimento escolar é normalmente assumida na psicologia da educação, mantendo-se tais coeficientes de correlação estatisticamente significativos mesmo em níveis académicos mais avançados. Esta correlação, interpretada no sentido de um efectivo impacto das capacidades intelectuais no desempenho escolar futuro, justifica aliás a utilização dos testes de inteligência nalgumas situações da prática psicológica. Neste estudo longitudinal e tendo como refência uma amostra de 74 crianças, que foram avaliadas com a Escala de Inteligência de Wechsler (WISC) quando frequentavam o 1º Ciclo do Ensino Básico (Pereira, 1998), analisamos a sua trajectória escolar num intervalo de tempo que varia entre 8 e 11 anos. Os resultados apontam para correlações estatisticamente significativas, em particular com a subescala verbal da WISC e o teste de factor g (Raven). A análise de regressão permite associar 20% da variância no rendimento académico no final do ensino secundário aos valores no QI verbal e ao factor g.