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A democracia em Jean-Jacques Rousseau

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com este ensaio pretendemos elucidar a questão da democracia em Jean-Jacques Rousseau, porquanto este é um autor que se debruçou sobre a teoria do “contrato social”, tendo como objectivo a defesa de um regime baseado na democracia participativa em Estados de pequenas dimensões, assegurando o exercício da cidadania, promovendo a igualdade e liberdade entre os homens. A forma eloquente e o modo original como expressou as suas ideias, suscitaram, ao longo dos tempos, diversas interpretações, por vezes antagónicas entre si, o que torna a sua obra um instrumento valioso por parte de todos aqueles que reflectiram sobre o tema. Daí a pertinência da abordagem do pensamento intemporal de um autor do Iluminismo francês, na tentativa de esclarecer um tema tão velho quanto o homem – a conceptualização da democracia –, florescente e controverso na sociedade contemporânea. Como afirma Rousseau, nunca existiu, nem existirá verdadeira democracia, o que existe é uma busca incessante do melhor regime possível que não restrinja os direitos humanos presentes no estado de natureza.
Autores principais:Ribeiro, Conceição Isabel Pinto
Ano:2007
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Com este ensaio pretendemos elucidar a questão da democracia em Jean-Jacques Rousseau, porquanto este é um autor que se debruçou sobre a teoria do “contrato social”, tendo como objectivo a defesa de um regime baseado na democracia participativa em Estados de pequenas dimensões, assegurando o exercício da cidadania, promovendo a igualdade e liberdade entre os homens. A forma eloquente e o modo original como expressou as suas ideias, suscitaram, ao longo dos tempos, diversas interpretações, por vezes antagónicas entre si, o que torna a sua obra um instrumento valioso por parte de todos aqueles que reflectiram sobre o tema. Daí a pertinência da abordagem do pensamento intemporal de um autor do Iluminismo francês, na tentativa de esclarecer um tema tão velho quanto o homem – a conceptualização da democracia –, florescente e controverso na sociedade contemporânea. Como afirma Rousseau, nunca existiu, nem existirá verdadeira democracia, o que existe é uma busca incessante do melhor regime possível que não restrinja os direitos humanos presentes no estado de natureza.