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Recepção televisiva e mediação: práticas em contexto familiar

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com este artigo pretende-se analisar os processos de interacção e de mediação da família em relação à televisão. Esta análise baseia-se num estudo desenvolvido com famílias de diferentes meios socio-económicos e geográficos da região de Braga, uma cidade situada no Norte de Portugal. Foram objectivos da investigação analisar a recepção televisiva familiar a partir do contexto mais vasto das práticas sociais quotidianas e conhecer os processos de mediação que as famílias desenvolvem em relação às experiências televisivas das crianças. Partiu-se do pressuposto de que a mediação se reveste de particular significado para a recepção televisiva, podendo ser a forma mais importante e decisiva das famílias promoverem um uso positivo da televisão, em particular pelo público mais novo. O estudo ancorou-se, teoricamente, no paradigma da interacção e mediação social, que surgiu como “um programa, como um modelo de análise sociológico” (Martín Serrano, 1978: 44), que permitiu atribuir sentido às práticas sociais quotidianas e identificar os processos de mediação em relação à recepção televisiva.
Autores principais:Pereira, Sara
Assunto:Mediação Recepção Televisão Família Mediation Reception Television Family
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Com este artigo pretende-se analisar os processos de interacção e de mediação da família em relação à televisão. Esta análise baseia-se num estudo desenvolvido com famílias de diferentes meios socio-económicos e geográficos da região de Braga, uma cidade situada no Norte de Portugal. Foram objectivos da investigação analisar a recepção televisiva familiar a partir do contexto mais vasto das práticas sociais quotidianas e conhecer os processos de mediação que as famílias desenvolvem em relação às experiências televisivas das crianças. Partiu-se do pressuposto de que a mediação se reveste de particular significado para a recepção televisiva, podendo ser a forma mais importante e decisiva das famílias promoverem um uso positivo da televisão, em particular pelo público mais novo. O estudo ancorou-se, teoricamente, no paradigma da interacção e mediação social, que surgiu como “um programa, como um modelo de análise sociológico” (Martín Serrano, 1978: 44), que permitiu atribuir sentido às práticas sociais quotidianas e identificar os processos de mediação em relação à recepção televisiva.