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Morrer no hospital: os defuntos do hospital de S. Marcos de Braga (século XVIII)

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Detalhes bibliográficos
Resumo:[Excerto] Introdução A morte constituía um momento doloroso para os que a esperavam e sabiam que não demoraria. Quando havia tempo para a preparar, realizava-se o testamento e instituíam-se últimas vontades, pensando-se sempre na salvação da alma. Esta só seria possível com a intervenção dos vivos e entidades celestiais, a quem se rogava intercessão e proteção junto de Deus. Pedia-se à Virgem Maria, mas também a outros santos da sua devoção e a toda a corte celestial, para que de forma sincronizada e com a ajuda dos vivos a alma fosse protegida e salva das penas do Inferno (VOVELLE, 1987: 149).
Autores principais:Araújo, Maria Marta Lobo de
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:atas de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:[Excerto] Introdução A morte constituía um momento doloroso para os que a esperavam e sabiam que não demoraria. Quando havia tempo para a preparar, realizava-se o testamento e instituíam-se últimas vontades, pensando-se sempre na salvação da alma. Esta só seria possível com a intervenção dos vivos e entidades celestiais, a quem se rogava intercessão e proteção junto de Deus. Pedia-se à Virgem Maria, mas também a outros santos da sua devoção e a toda a corte celestial, para que de forma sincronizada e com a ajuda dos vivos a alma fosse protegida e salva das penas do Inferno (VOVELLE, 1987: 149).