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Com régua e compasso: A arquitetura como prática matemática na Capela de Nossa Senhora da Aparecida, dos Congregados de Braga

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A excelência da arquitetura portuguesa setecentista, no que se refere à experimentação empreendida, está amplamente explicada pela circulação europeia de manuais, tratados e imagens, pelas revisão e adaptação nacionais aos modos internacionais de configurar o espaço e foi, em especial, instruída pelo envio de bolseiros portugueses ao estrangeiro e pela receção de desenhadores e projetistas estrangeiros em Portugal. A matemática, enquanto linguagem essencial ao desenho arquitetónico, é ferramenta intrínseca à estrutura e à estética do projeto e do objeto, nomeadamente no controlo da configuração, medida e relações proporcionais da forma/espaço construído. O presente caso de estudo é a Capela de Nossa Senhora da Aparecida, empreitada discreta no edificado pelos Oratorianos Bracarenses, onde exploramos estratégias conceptuais na delineação do seu espaço e analisamos fatores que, apesar das diminutas dimensões volumétricas, resultaram num agigantamento e nos oferecem uma sensação de completude. É sob os pressupostos do contexto socio-religioso e das ciências, consubstanciadoras das opções do desenho, que perscrutamos a pequeníssima e singular Capela de Nossa Senhora da Aparecida, procurando descodificar, através de régua e compasso, a aritmética e a geometria intrínsecas à modelação e à qualificação da forma/espaço e que terão sido utilizadas pelo seu ‘riscador’ nos idos setecentos.
Autores principais:Lopes, Ângela
Outros Autores:Gomes, Gisela; Cabeleira, João; Ralha, Elfrida
Assunto:Matemática Desenho Oratorianos de Braga Espaço arquitetónico setecentista Mathematics Drawing Oratorians in Braga Architectural space Eighteenth century Humanidades::Artes Cidades e comunidades sustentáveis
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A excelência da arquitetura portuguesa setecentista, no que se refere à experimentação empreendida, está amplamente explicada pela circulação europeia de manuais, tratados e imagens, pelas revisão e adaptação nacionais aos modos internacionais de configurar o espaço e foi, em especial, instruída pelo envio de bolseiros portugueses ao estrangeiro e pela receção de desenhadores e projetistas estrangeiros em Portugal. A matemática, enquanto linguagem essencial ao desenho arquitetónico, é ferramenta intrínseca à estrutura e à estética do projeto e do objeto, nomeadamente no controlo da configuração, medida e relações proporcionais da forma/espaço construído. O presente caso de estudo é a Capela de Nossa Senhora da Aparecida, empreitada discreta no edificado pelos Oratorianos Bracarenses, onde exploramos estratégias conceptuais na delineação do seu espaço e analisamos fatores que, apesar das diminutas dimensões volumétricas, resultaram num agigantamento e nos oferecem uma sensação de completude. É sob os pressupostos do contexto socio-religioso e das ciências, consubstanciadoras das opções do desenho, que perscrutamos a pequeníssima e singular Capela de Nossa Senhora da Aparecida, procurando descodificar, através de régua e compasso, a aritmética e a geometria intrínsecas à modelação e à qualificação da forma/espaço e que terão sido utilizadas pelo seu ‘riscador’ nos idos setecentos.