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Generic modeling environment (GME) tool for ADEOS

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Resumo:Desde o aparecimento do primeiro microprocessador até hoje, a presença dos sistemas embebidos em vários tipos de aparelhos tem vindo a crescer, atualmente esses sistemas tornaram-se uma parte integral das nossas vidas diárias. De facto, aproximadamente, 98% dos produtos que a indústria dos microprocessadores produz é feita para satisfazer as necessidades do mercado dos sistemas embebidos. Normalmente esses sistemas são vértices de sistemas informáticos e na maioria dos casos são incorporados dentro dos sistemas maiores como por exemplo automóvel ou até mesmo uma simples máquina de lavar a roupa. Tendo dezenas desses sistemas em casa, utilizadores raramente se apercebem da sua existência esta invisibilidade deve-se ao facto de que estes sistemas são desenhados para desempenhar um conjunto específico de funções, possuir tamanho reduzido e os recursos estritamente necessários. Como regra geral, os sistemas embebidos beneficiam da inclusão de um sistema operativo que pode acrescentar um conjunto de benefícios como: capacidades de tempo-real, segurança, abstração do hardware e a portabilidade. Antes de desenvolver um sistema embebido relativamente complexo um conjunto de tarefas tem que ser realizado, como por exemplo, configuração do sistema operativo, seleção e configuração dos periféricos ou componentes personalizados. Estas tarefas são morosas, propensas a erro, devem ter em consideração a compatibilidade e normalmente são repetidamente executadas devido às pequenas modificações no modelo ou cenário de aplicação do sistema. Neste contexto, o objetivo da presente dissertação consiste na integração dos vários componentes e tecnologias dos sistemas embebidos atuais como sistema operativo, bibliotecas de IPs de hardware e bibliotecas de software que pertencem a domínio de aplicação, plataforma alvo e toda a configurabilidade relativa aos periféricos de hardware, num ambiente de modelação fornecido pela ferramenta Generic Modeling Environment (GME). Este tipo de ferramenta, irá sustentar toda a configuração automática e a geração do conjunto de ficheiros necessários para correta instanciação do sistema final partindo do modelo inicial do sistema alvo, promovendo desenvolvimento e reutilização do mesmo e reduzindo time-to-market e outras métricas que afetam o desenvolvimento do novo produto, repetidamente ou várias vezes ao longo de diferentes implementações de um mesmo sistema.
Autores principais:Sergii, Zubchevskyy
Assunto:Engenharia e Tecnologia::Outras Engenharias e Tecnologias
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:inglês
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Desde o aparecimento do primeiro microprocessador até hoje, a presença dos sistemas embebidos em vários tipos de aparelhos tem vindo a crescer, atualmente esses sistemas tornaram-se uma parte integral das nossas vidas diárias. De facto, aproximadamente, 98% dos produtos que a indústria dos microprocessadores produz é feita para satisfazer as necessidades do mercado dos sistemas embebidos. Normalmente esses sistemas são vértices de sistemas informáticos e na maioria dos casos são incorporados dentro dos sistemas maiores como por exemplo automóvel ou até mesmo uma simples máquina de lavar a roupa. Tendo dezenas desses sistemas em casa, utilizadores raramente se apercebem da sua existência esta invisibilidade deve-se ao facto de que estes sistemas são desenhados para desempenhar um conjunto específico de funções, possuir tamanho reduzido e os recursos estritamente necessários. Como regra geral, os sistemas embebidos beneficiam da inclusão de um sistema operativo que pode acrescentar um conjunto de benefícios como: capacidades de tempo-real, segurança, abstração do hardware e a portabilidade. Antes de desenvolver um sistema embebido relativamente complexo um conjunto de tarefas tem que ser realizado, como por exemplo, configuração do sistema operativo, seleção e configuração dos periféricos ou componentes personalizados. Estas tarefas são morosas, propensas a erro, devem ter em consideração a compatibilidade e normalmente são repetidamente executadas devido às pequenas modificações no modelo ou cenário de aplicação do sistema. Neste contexto, o objetivo da presente dissertação consiste na integração dos vários componentes e tecnologias dos sistemas embebidos atuais como sistema operativo, bibliotecas de IPs de hardware e bibliotecas de software que pertencem a domínio de aplicação, plataforma alvo e toda a configurabilidade relativa aos periféricos de hardware, num ambiente de modelação fornecido pela ferramenta Generic Modeling Environment (GME). Este tipo de ferramenta, irá sustentar toda a configuração automática e a geração do conjunto de ficheiros necessários para correta instanciação do sistema final partindo do modelo inicial do sistema alvo, promovendo desenvolvimento e reutilização do mesmo e reduzindo time-to-market e outras métricas que afetam o desenvolvimento do novo produto, repetidamente ou várias vezes ao longo de diferentes implementações de um mesmo sistema.