Publicação
O ódio em forma de sapo
| Resumo: | [Excerto] O recurso a objetos, enquanto dispositivos simbólicos integrados em discursos de ódio, particularmente no âmbito cultural e político, não constitui um fenómeno recente. Ao longo da História, a apropriação simbólica tem sido repetidamente mobilizada por atores políticos que, paradoxalmente, se encontram afastados das realidades sociais que afirmam representar, mas que identificam nesses símbolos mecanismos eficazes de aproximação a potenciais eleitores. No fascismo italiano, liderado por Benito Mussolini, recorreu-se amplamente à construção simbólica, à exaltação da violência e à encenação pública, enquanto instrumentos de mobilização e controlo social. A atualidade revela, sob novas roupagens, ecos dessas mesmas estratégias. |
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| Autores principais: | Batista, Ana Raquel Ribeiro |
| Assunto: | Passeio Cidade Símbolos André Ventura Comunidade cigana Ciências Sociais::Ciências da Comunicação Reduzir as desigualdades |
| Ano: | 2026 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | [Excerto] O recurso a objetos, enquanto dispositivos simbólicos integrados em discursos de ódio, particularmente no âmbito cultural e político, não constitui um fenómeno recente. Ao longo da História, a apropriação simbólica tem sido repetidamente mobilizada por atores políticos que, paradoxalmente, se encontram afastados das realidades sociais que afirmam representar, mas que identificam nesses símbolos mecanismos eficazes de aproximação a potenciais eleitores. No fascismo italiano, liderado por Benito Mussolini, recorreu-se amplamente à construção simbólica, à exaltação da violência e à encenação pública, enquanto instrumentos de mobilização e controlo social. A atualidade revela, sob novas roupagens, ecos dessas mesmas estratégias. |
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