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Modulação da reatividade cerebral face a estímulos alcoólicos através do treino de supressão de memória: um estudo de conectividade funcional

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O consumo excessivo e esporádico de álcool altamente prevalente em adolescentes e jovens adultos e está associado a um viés atencional para estímulos relacionados com o álcool, maior reatividade cerebral, assim como alterações no funcionamento executivo, características semelhantes às observadas aos indivíduos com dependência alcoólica. O craving, o fator de risco mais relevante para a manutenção do consumo de álcool, está intimamente associado com a reatividade cerebral, assim como com as memórias relacionadas com o álcool, que se tornam progressivamente mais intrusivas, dificultando a sua supressão. Desta forma, as intervenções baseadas na supressão de memória e na neuroestimulação de áreas frontais, surgem como abordagens terapêuticas promissoras para diminuir a reatividade cerebral, o consumo de álcool e o craving. Esta dissertação teve como objetivo compreender se o treino focado na supressão de memórias relacionadas com o álcool, com ou sem neuroestimulação, pode diminuir a conectividade funcional, o consumo de álcool e o craving. Foi observada um diminuição da conectividade funcional da banda gamma face a estímulos relacionados com o álcool, contudo o treino focado na supressão de memória, com ou sem neuroestimulação, não diminuíram o consumo de álcool e o craving.
Autores principais:Branco, Inês Oliveira
Assunto:Álcool Reatividade cerebral Treino de supressão de memória Conectividade funcional Alcohol Brain reactivity Memory supression training Functional connectivity
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O consumo excessivo e esporádico de álcool altamente prevalente em adolescentes e jovens adultos e está associado a um viés atencional para estímulos relacionados com o álcool, maior reatividade cerebral, assim como alterações no funcionamento executivo, características semelhantes às observadas aos indivíduos com dependência alcoólica. O craving, o fator de risco mais relevante para a manutenção do consumo de álcool, está intimamente associado com a reatividade cerebral, assim como com as memórias relacionadas com o álcool, que se tornam progressivamente mais intrusivas, dificultando a sua supressão. Desta forma, as intervenções baseadas na supressão de memória e na neuroestimulação de áreas frontais, surgem como abordagens terapêuticas promissoras para diminuir a reatividade cerebral, o consumo de álcool e o craving. Esta dissertação teve como objetivo compreender se o treino focado na supressão de memórias relacionadas com o álcool, com ou sem neuroestimulação, pode diminuir a conectividade funcional, o consumo de álcool e o craving. Foi observada um diminuição da conectividade funcional da banda gamma face a estímulos relacionados com o álcool, contudo o treino focado na supressão de memória, com ou sem neuroestimulação, não diminuíram o consumo de álcool e o craving.