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A autorregulação em crianças de 3-4 anos: a influência da psicopatologia materna e da qualidade do toque afetivo materno

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Autorregulação é um construto multidimensional inerente a diversos processos e competências biopsicossociais, que permitem o ajustamento individual às exigências do contexto. Nos primeiros anos de vida, o desenvolvimento da autorregulação é promovido pela mãe. Deste modo, a Psicopatologia Materna e a Qualidade do Toque Afetivo Materno são fatores importantes a explorar, considerando a sua influência no desenvolvimento da autorregulação. Assim, o presente estudo pretendeu analisar as relações entre 1) Psicopatologia Materna e os Problemas de Autorregulação; 2) Psicopatologia Materna e a Qualidade do Toque Afetivo Materno; e 3) Qualidade do Toque Afetivo Materno e os Problemas de Autorregulação, e verificar se 4) Qualidade do Toque Afetivo Materno pode ser um mediador na relação entre a Psicopatologia Materna e os Problemas de Autorregulação. Para tal, os dados foram recolhidos segundo os instrumentos: Brief Symptom Inventory, Child Behavior Checklist ½-5 e Caregiver-Child Affective Touch Assessment. O presente estudo é composto por 28 mães e respetivas crianças, com idades compreendidas entre os 40 e 49 meses. Os resultados apenas evidenciaram o efeito da Psicopatologia Materna na Qualidade do Toque Afetivo Materno. Estes resultados demonstram a necessidade de considerar o impacto da psicopatologia nas características pessoais e parentais da mãe na construção de intervenções psicoterapêuticas.
Autores principais:Andrade, Eliana Carolina Franco De
Assunto:Psicopatologia materna Toque materno Autorregulação Interação mãe-criança Maternal psychopathology Maternal touch Self-regulation Mother-child interaction
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A Autorregulação é um construto multidimensional inerente a diversos processos e competências biopsicossociais, que permitem o ajustamento individual às exigências do contexto. Nos primeiros anos de vida, o desenvolvimento da autorregulação é promovido pela mãe. Deste modo, a Psicopatologia Materna e a Qualidade do Toque Afetivo Materno são fatores importantes a explorar, considerando a sua influência no desenvolvimento da autorregulação. Assim, o presente estudo pretendeu analisar as relações entre 1) Psicopatologia Materna e os Problemas de Autorregulação; 2) Psicopatologia Materna e a Qualidade do Toque Afetivo Materno; e 3) Qualidade do Toque Afetivo Materno e os Problemas de Autorregulação, e verificar se 4) Qualidade do Toque Afetivo Materno pode ser um mediador na relação entre a Psicopatologia Materna e os Problemas de Autorregulação. Para tal, os dados foram recolhidos segundo os instrumentos: Brief Symptom Inventory, Child Behavior Checklist ½-5 e Caregiver-Child Affective Touch Assessment. O presente estudo é composto por 28 mães e respetivas crianças, com idades compreendidas entre os 40 e 49 meses. Os resultados apenas evidenciaram o efeito da Psicopatologia Materna na Qualidade do Toque Afetivo Materno. Estes resultados demonstram a necessidade de considerar o impacto da psicopatologia nas características pessoais e parentais da mãe na construção de intervenções psicoterapêuticas.