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A prova indiciária no Processo Penal Português

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objeto da presente dissertação é a prova indiciária, em específico a admissibilidade constitucional e legal e a sua valoração no processo penal. A prova indiciária assenta na probabilidade obtida por meros indícios, consubstanciando num processo indireto de obter a demonstração de um facto relevante através de um facto não relevante ao tema da prova, que àquele conduza pela sua relação de proximidade e através do método de dedução. Para alcançar o objetivo a que nos propomos iremos analisar a doutrina e jurisprudência nacionais e internacionais. Pretendemos enumerar um conjunto de requisitos que permita uma valoração uniforme da prova indiciária por parte dos Tribunais portugueses. O respeito integral pelos direitos e garantias fundamentais vigentes num Estado Democrático de Direito será o nosso critério balizador, com especial atenção para o princípio da presunção de inocência e o standard probatório da prova além de uma dúvida razoável.
Autores principais:Castro, Mara de
Assunto:Direito processual penal A prova no Processo Penal Português Prova indiciária Criminal procedural law Evidence in the Portuguese Criminal Proceedings Circumstantial evidence
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:O objeto da presente dissertação é a prova indiciária, em específico a admissibilidade constitucional e legal e a sua valoração no processo penal. A prova indiciária assenta na probabilidade obtida por meros indícios, consubstanciando num processo indireto de obter a demonstração de um facto relevante através de um facto não relevante ao tema da prova, que àquele conduza pela sua relação de proximidade e através do método de dedução. Para alcançar o objetivo a que nos propomos iremos analisar a doutrina e jurisprudência nacionais e internacionais. Pretendemos enumerar um conjunto de requisitos que permita uma valoração uniforme da prova indiciária por parte dos Tribunais portugueses. O respeito integral pelos direitos e garantias fundamentais vigentes num Estado Democrático de Direito será o nosso critério balizador, com especial atenção para o princípio da presunção de inocência e o standard probatório da prova além de uma dúvida razoável.