Publicação
A adesão ao regime terapêutico das pessoas com doença crónica: avaliação do risco de não-adesão
| Resumo: | O fenómeno da Adesão tem sido amplamente estudado, tal é a magnitude do problema da não adesão e a sua importância para a saúde das pessoas e para a economia mundial . As consequências da não adesão são tão graves que justificam um maior investimento e em larga escala, nas medidas de promoção da adesão e na eliminação dos obstáculos ao cumprimento do regime terapêutico. Objetivos Monitorizar o risco de não-adesão das pessoas com doença crónica, em episódio de internamento hospitalar; Identificar os diagnósticos de enfermagem, mais associados ao risco de não-adesão; Identificar possíveis relações entre as variáveis sociodemográficas, a doença e o risco de não-adesão. Materiais e métodos Participaram no estudo 78 pessoas com doença crónica. Utilizamos o instrumento de avaliação do risco da não-adesão, do catálogo CIPE: estabelecer parcerias com os indivíduos e as famílias para promover a adesão ao tratamento. Resultados Risco médio de não adesão 5,06. Diagnósticos mais frequentes: défice de conhecimentos; complexidade do regime; défice sensorial; não-adesão; memória comprometida e analfabetismo. Em média as mulheres e as pessoas de proveniência rural têm maior risco. A DPOC é a doença que implica mais reinternamentos, por agudização. Conclusão A avaliação do risco de não-adesão, em momentos críticos, como um episódio de internamento, pode contribuir para melhorar a adesão, a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas com doença crónica. |
|---|---|
| Autores principais: | Machado, Maria Manuela Pereira |
| Outros Autores: | Cainé, João; Rosário, Rafaela; Magalhães, Maria Manuela Almendra; Novais, Rui Manuel Freitas; Araújo, Odete; Sousa, Marco; Braga, Maria de Fátima Dias |
| Assunto: | Adesão Regime terapeutico Doença crónica |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O fenómeno da Adesão tem sido amplamente estudado, tal é a magnitude do problema da não adesão e a sua importância para a saúde das pessoas e para a economia mundial . As consequências da não adesão são tão graves que justificam um maior investimento e em larga escala, nas medidas de promoção da adesão e na eliminação dos obstáculos ao cumprimento do regime terapêutico. Objetivos Monitorizar o risco de não-adesão das pessoas com doença crónica, em episódio de internamento hospitalar; Identificar os diagnósticos de enfermagem, mais associados ao risco de não-adesão; Identificar possíveis relações entre as variáveis sociodemográficas, a doença e o risco de não-adesão. Materiais e métodos Participaram no estudo 78 pessoas com doença crónica. Utilizamos o instrumento de avaliação do risco da não-adesão, do catálogo CIPE: estabelecer parcerias com os indivíduos e as famílias para promover a adesão ao tratamento. Resultados Risco médio de não adesão 5,06. Diagnósticos mais frequentes: défice de conhecimentos; complexidade do regime; défice sensorial; não-adesão; memória comprometida e analfabetismo. Em média as mulheres e as pessoas de proveniência rural têm maior risco. A DPOC é a doença que implica mais reinternamentos, por agudização. Conclusão A avaliação do risco de não-adesão, em momentos críticos, como um episódio de internamento, pode contribuir para melhorar a adesão, a saúde, o bem-estar e a qualidade de vida das pessoas com doença crónica. |
|---|