Publicação
Algumas notas sobre as ilustrações de Basquiat em Life Doesn't Frighten Me (1993)
| Resumo: | Embora Jean-Michel Basquiat (1960-1988) seja um nome incontornável da pintura a nível mundial, a obra prolífica que deixou serviu, e continua a servir, de ilustração nos mais variados contextos de comunicação através da imagem. Apesar da sua morte precoce, Basquiat nunca deixou de ser um relevante ícone de expressão sociocultural. O seu legado é permanentemente revisitado por marcas conhecidas à escala internacional como a Reebok, a Supreme ou a Louis Vuitton, em capas de álbuns de rap norte-americano, na representação de movimentos sociais, como o Black Lives Matter (Brandão, 2017, s/p) e, até mesmo, em livros ilustrados. O álbum Life doesn´t frighten me, objeto selecionado para análise neste conciso estudo, foi concebido em condições muito particulares no que toca à seleção do discurso pictórico, tendo sido publicado, pela primeira vez, em 1993. Trata-se de um livro-álbum idealizado por Sara Jane Boyers, de acordo com a entrevista realizada, em anexo, no qual o poema de Maya Angelou (1928-2014) coabita com obras de Basquiat. Este artigo visa, portanto, elencar as principais singularidades pictóricas deste artefacto singular, composto por ilustrações inicialmente não pensadas para o público infantil, em contraponto com outras propostas de análise anteriores que se detêm, sobretudo, sobre a compreensão do texto verbal (McLaughlin, 2019, s/p; Spacey, 2018, s/p). |
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| Autores principais: | Pinto, Maria Zita Almeida |
| Outros Autores: | Martins, Diana Maria |
| Assunto: | Ilustração História da ilustração Álbum poético Neoexpressionismo Jean-Michel Basquiat History of Illustration Poetic Picture book Neo-expressionism |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | Embora Jean-Michel Basquiat (1960-1988) seja um nome incontornável da pintura a nível mundial, a obra prolífica que deixou serviu, e continua a servir, de ilustração nos mais variados contextos de comunicação através da imagem. Apesar da sua morte precoce, Basquiat nunca deixou de ser um relevante ícone de expressão sociocultural. O seu legado é permanentemente revisitado por marcas conhecidas à escala internacional como a Reebok, a Supreme ou a Louis Vuitton, em capas de álbuns de rap norte-americano, na representação de movimentos sociais, como o Black Lives Matter (Brandão, 2017, s/p) e, até mesmo, em livros ilustrados. O álbum Life doesn´t frighten me, objeto selecionado para análise neste conciso estudo, foi concebido em condições muito particulares no que toca à seleção do discurso pictórico, tendo sido publicado, pela primeira vez, em 1993. Trata-se de um livro-álbum idealizado por Sara Jane Boyers, de acordo com a entrevista realizada, em anexo, no qual o poema de Maya Angelou (1928-2014) coabita com obras de Basquiat. Este artigo visa, portanto, elencar as principais singularidades pictóricas deste artefacto singular, composto por ilustrações inicialmente não pensadas para o público infantil, em contraponto com outras propostas de análise anteriores que se detêm, sobretudo, sobre a compreensão do texto verbal (McLaughlin, 2019, s/p; Spacey, 2018, s/p). |
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