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O olho de Deus no discurso salazarista

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A obra, publicada pela Afrontamento, é a segunda edição do livro e reproduz a tese de doutoramento, defendida por Moisés de Lemos Martins na Universidade de Ciências Humanas de Estrasburgo, em 1984. Trata-se de um estudo sobre o regime discursivo dominante em Portugal durante o Estado Novo, nos anos 30 e 40 do século XX, um estudo que interroga a política geral do sentido salazarista, que o mesmo é dizer, o seu regime de verdade. E foi porque se colocou a questão do regime de verdade salazarista que Moisés de Lemos Martins encarou o discurso como uma prática política disciplinar, que se exerce sobre a memória histórica, sobre o olhar, sobre o desejo e sobre a vontade. “Alimentando inúmeras viagens do conhecimento, O Olho de Deus no Discurso Salazarista cruzou-se, em vinte e cinco anos, com muitos regimes do olhar. As viagens do conhecimento são, todavia, viagens que não acabam nunca. Ler ou reler, hoje, este livro sobre o salazarismo, continua a ser obra de conhecimento, embora constitua já uma outra experiência” (Moisés de Lemos Martins, Prefácio à 2ª edição, “O tempo e o modo de um estudo sobre o salazarismo”).
Autores principais:Martins, Moisés de Lemos
Assunto:Salazarismo Salazarismo e Igreja Católica Salazarismo e Fascismo Salazarismo e discurso Imaginário salazarista Escrita científica
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:A obra, publicada pela Afrontamento, é a segunda edição do livro e reproduz a tese de doutoramento, defendida por Moisés de Lemos Martins na Universidade de Ciências Humanas de Estrasburgo, em 1984. Trata-se de um estudo sobre o regime discursivo dominante em Portugal durante o Estado Novo, nos anos 30 e 40 do século XX, um estudo que interroga a política geral do sentido salazarista, que o mesmo é dizer, o seu regime de verdade. E foi porque se colocou a questão do regime de verdade salazarista que Moisés de Lemos Martins encarou o discurso como uma prática política disciplinar, que se exerce sobre a memória histórica, sobre o olhar, sobre o desejo e sobre a vontade. “Alimentando inúmeras viagens do conhecimento, O Olho de Deus no Discurso Salazarista cruzou-se, em vinte e cinco anos, com muitos regimes do olhar. As viagens do conhecimento são, todavia, viagens que não acabam nunca. Ler ou reler, hoje, este livro sobre o salazarismo, continua a ser obra de conhecimento, embora constitua já uma outra experiência” (Moisés de Lemos Martins, Prefácio à 2ª edição, “O tempo e o modo de um estudo sobre o salazarismo”).