Publicação

MuseCode: à procura da linearidade na música tonal

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Hoje em dia, a utilização de software musical para apoio à composição, à produção de partituras e à análise musical é incontornável. Por outro lado, as notações musicais além de complexas, diferem muito uma das outras; é muito difícil para não dizer impossível, garantir a interoperabilidade entre diferentes aplicações de manipulação de música. Apesar de haver algumas iniciativas, ainda não emergiu um formato como norma. Houve ainda outras motivações na génese deste trabalho. Muitos dos exercícios que se fazem em teoria musical obrigam a cálculos complicados: cálculo de intervalos, construção de acordes, construção das mais variadas escalas, transposição de partituras para instrumentos transpositores, etc. A sua complexidade existe devido à não linearidade das notas na escala musical. As oito notas de uma oitava estão separadas por 5 intervalos de um tom e dois intervalos de meio. Estes dois intervalos de meio tom invalidam a possibilidade de se usar a nota musical como referência para cálculo. Este trabalho teve então como objectivo definir um referencial linear no qual fosse possível representar de forma unívoca todas as notas musicais. Este referencial deve permitir realizar todos aqueles cálculos enunciados acima através de uma operação aritmética simples, como a adição ou a subtração.
Autores principais:Ramalho, José Carlos
Assunto:Music theory Tonal Music Music Computational Model Teoria musical Representação abstracta Modelo
Ano:2012
País:Portugal
Tipo de documento:comunicação em conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade do Minho
Idioma:português
Origem:RepositóriUM - Universidade do Minho
Descrição
Resumo:Hoje em dia, a utilização de software musical para apoio à composição, à produção de partituras e à análise musical é incontornável. Por outro lado, as notações musicais além de complexas, diferem muito uma das outras; é muito difícil para não dizer impossível, garantir a interoperabilidade entre diferentes aplicações de manipulação de música. Apesar de haver algumas iniciativas, ainda não emergiu um formato como norma. Houve ainda outras motivações na génese deste trabalho. Muitos dos exercícios que se fazem em teoria musical obrigam a cálculos complicados: cálculo de intervalos, construção de acordes, construção das mais variadas escalas, transposição de partituras para instrumentos transpositores, etc. A sua complexidade existe devido à não linearidade das notas na escala musical. As oito notas de uma oitava estão separadas por 5 intervalos de um tom e dois intervalos de meio. Estes dois intervalos de meio tom invalidam a possibilidade de se usar a nota musical como referência para cálculo. Este trabalho teve então como objectivo definir um referencial linear no qual fosse possível representar de forma unívoca todas as notas musicais. Este referencial deve permitir realizar todos aqueles cálculos enunciados acima através de uma operação aritmética simples, como a adição ou a subtração.