Publicação
Adaptação ao stress em árbitros e impacto no burnout e no rendimento
| Resumo: | A ação de arbitrar pode ser gratificante ou desafiadora, mas também se pode tornar uma experiência associada a altos níveis de stress e burnout. Neste estudo, avaliou-se como os árbitros se adaptam às situações de stress desportivo a 24 a 48 horas antes de um jogo, analisando fontes de stress, avaliação cognitiva, emoções, burnout e perceção de rendimento individual. Participaram 394 árbitros de futebol do sexo masculino (92.6%%) e feminino (7.4%). Dos principais resultados, destaca-se que o jogo foi percecionado com pouco a moderado stress por 81.9% dos participantes e 2.1% relataram níveis elevados de burnout. Cometer erros foi a principal fonte de stress e a fadiga física foi o principal sintoma de burnout. Árbitros mais jovens relataram níveis de stress mais elevados e níveis inferiores de burnout. Níveis elevados de burnout foram explicados por níveis elevados de stress associado à vida familiar e pessoal, confrontação e perceção de ameaça, e níveis baixos de perceção de desafio e de confronto. Uma maior perceção de rendimento, foi explicada por níveis baixos de perceção de ameaça e níveis elevados de perceção de desafio e de confronto e, inesperadamente, de stress associado à carreira desportiva. |
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| Autores principais: | Rodrigues, Marta Daniela de Almeida |
| Assunto: | Stress Avaliação cognitiva Emoções Burnout Rendimento desportivo Modelo transacional Arbitragem Cognitive appraisal Emotion Performance Transational model Referreeing |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A ação de arbitrar pode ser gratificante ou desafiadora, mas também se pode tornar uma experiência associada a altos níveis de stress e burnout. Neste estudo, avaliou-se como os árbitros se adaptam às situações de stress desportivo a 24 a 48 horas antes de um jogo, analisando fontes de stress, avaliação cognitiva, emoções, burnout e perceção de rendimento individual. Participaram 394 árbitros de futebol do sexo masculino (92.6%%) e feminino (7.4%). Dos principais resultados, destaca-se que o jogo foi percecionado com pouco a moderado stress por 81.9% dos participantes e 2.1% relataram níveis elevados de burnout. Cometer erros foi a principal fonte de stress e a fadiga física foi o principal sintoma de burnout. Árbitros mais jovens relataram níveis de stress mais elevados e níveis inferiores de burnout. Níveis elevados de burnout foram explicados por níveis elevados de stress associado à vida familiar e pessoal, confrontação e perceção de ameaça, e níveis baixos de perceção de desafio e de confronto. Uma maior perceção de rendimento, foi explicada por níveis baixos de perceção de ameaça e níveis elevados de perceção de desafio e de confronto e, inesperadamente, de stress associado à carreira desportiva. |
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