Publicação
Desvios identitários do género: o imaginário e a subversão andrógina
| Resumo: | As questões relacionadas com a afirmação e o reconhecimento das diferenças de géneros têm sido uma constante ao longo dos séculos, desafiando quer a hierarquia, quer os estereótipos resultantes da polarização masculino/feminino. Porém, curiosamente, perante a perplexidade social, hoje assiste-se a uma mutação do paradigma do género - um novo conceito que tende a escapar à visão bipolar do mundo, contrariando a “consciência bimodal” do funcionamento do cérebro (Singer, 1990). Pois, os estereótipos têm vindo a ser absorvidos e mesclados nos indivíduos, independentemente do sexo ou da orientação sexual, dando origem a identidades híbridas - um estado androgínico com repercussões sociais ao nível dos valores, práticas do quotidiano, imagem, corpo, moda assim como formas de pensar o Outro. Assim, este artigo propõe meramente descortinar o tema que pretendemos desenvolver no nosso projeto de tese intitulado, Desvios identitários do género: o imaginário e a subversão andrógina e encetar, mesmo que preliminar, uma explicitação do seu conteúdo propositivo, traçando os possíveis caminhos a percorrer, tendo em conta os paradigmas de partida. |
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| Autores principais: | Ruas, Manuela |
| Outros Autores: | Rabot, Jean-Martin |
| Assunto: | Identidade Androginia Géneros Sexualidade Imaginário Identity Androgyny Genders Sexuality Imaginary |
| Ano: | 2012 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | As questões relacionadas com a afirmação e o reconhecimento das diferenças de géneros têm sido uma constante ao longo dos séculos, desafiando quer a hierarquia, quer os estereótipos resultantes da polarização masculino/feminino. Porém, curiosamente, perante a perplexidade social, hoje assiste-se a uma mutação do paradigma do género - um novo conceito que tende a escapar à visão bipolar do mundo, contrariando a “consciência bimodal” do funcionamento do cérebro (Singer, 1990). Pois, os estereótipos têm vindo a ser absorvidos e mesclados nos indivíduos, independentemente do sexo ou da orientação sexual, dando origem a identidades híbridas - um estado androgínico com repercussões sociais ao nível dos valores, práticas do quotidiano, imagem, corpo, moda assim como formas de pensar o Outro. Assim, este artigo propõe meramente descortinar o tema que pretendemos desenvolver no nosso projeto de tese intitulado, Desvios identitários do género: o imaginário e a subversão andrógina e encetar, mesmo que preliminar, uma explicitação do seu conteúdo propositivo, traçando os possíveis caminhos a percorrer, tendo em conta os paradigmas de partida. |
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