Publicação
A bicicleta como meio de transporte: um estudo em três escolas públicas
| Resumo: | A vida das crianças é hoje marcada pela falta de autonomia e maior dependência da família nas deslocações para a escola. Práticas parentais com consciência de segurança, dependência do carro e o próprio desenho urbano convergem para produzir crianças que vivem vidas cada vez mais sedentárias. Andar a pé ou ir de bicicleta para a escola, problematiza a autonomia, o direito de escolha e, portanto a participação ativa das crianças nas suas deslocações quotidianas para a escola. O reconhecimento da criança como pessoa implica que a natureza das suas experiências de vida, a partir dos entendimentos expressos por si própria, se torna um interesse central para a sua reconstituição antropológica sustentada, o que implica assumi-las como repórteres competentes e informantes privilegiados. |
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| Autores principais: | Souza, Sérgio |
| Outros Autores: | Matos, Ana Paula Rodrigues; Pereira, Beatriz Oliveira; Leite, Diana; Costa, José |
| Assunto: | Deslocamento ativo Escola Adolescentes Ciências Sociais::Ciências da Educação |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | comunicação em conferência |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | A vida das crianças é hoje marcada pela falta de autonomia e maior dependência da família nas deslocações para a escola. Práticas parentais com consciência de segurança, dependência do carro e o próprio desenho urbano convergem para produzir crianças que vivem vidas cada vez mais sedentárias. Andar a pé ou ir de bicicleta para a escola, problematiza a autonomia, o direito de escolha e, portanto a participação ativa das crianças nas suas deslocações quotidianas para a escola. O reconhecimento da criança como pessoa implica que a natureza das suas experiências de vida, a partir dos entendimentos expressos por si própria, se torna um interesse central para a sua reconstituição antropológica sustentada, o que implica assumi-las como repórteres competentes e informantes privilegiados. |
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