Publicação
A participação dos pais na governação democrática da escola
| Resumo: | O texto aborda a falata de tradição participativa, e mesmo a situação de marginalização de participação dos pais na escola, como dimensão constitutiva do processo de construção da escola pública, referindo seguidamente alguns marcos jurídicos e normativos e, em especial, as políticas educativas e práticas sociais e escolares após a Revolução de 25 de Abril de 1974. A situção vivida ao longo das últimas décadas, embora caracterizada por uma crescente aberura, em termos discursoivos e práticas, ensaiando novas formas de intervenção e de relacionamento entre os pais e a organização escolar, será em todo o caso ainda marcada por situações de relativa excentricidade quanto á participação dos pais na governação das escolas. Finalmente, os autores interrogam distintas orientações de política educativa, diferentes discursos e bases de legitimação, quanto à participação dos pais e seus representantes na escola, à luz de projectos de democratização do domínio público e de construção da escola democrática, por um lado, e também considerando criticamente abordagens de natureza modernizadora, gerencialista e de mercado, por outro. |
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| Autores principais: | Lima, Licínio C. |
| Outros Autores: | Sá, Virgínio |
| Ano: | 2002 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade do Minho |
| Idioma: | português |
| Origem: | RepositóriUM - Universidade do Minho |
| Resumo: | O texto aborda a falata de tradição participativa, e mesmo a situação de marginalização de participação dos pais na escola, como dimensão constitutiva do processo de construção da escola pública, referindo seguidamente alguns marcos jurídicos e normativos e, em especial, as políticas educativas e práticas sociais e escolares após a Revolução de 25 de Abril de 1974. A situção vivida ao longo das últimas décadas, embora caracterizada por uma crescente aberura, em termos discursoivos e práticas, ensaiando novas formas de intervenção e de relacionamento entre os pais e a organização escolar, será em todo o caso ainda marcada por situações de relativa excentricidade quanto á participação dos pais na governação das escolas. Finalmente, os autores interrogam distintas orientações de política educativa, diferentes discursos e bases de legitimação, quanto à participação dos pais e seus representantes na escola, à luz de projectos de democratização do domínio público e de construção da escola democrática, por um lado, e também considerando criticamente abordagens de natureza modernizadora, gerencialista e de mercado, por outro. |
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